Foto reprodução redes sociais
Em um vídeo gravado ontem, dia 28, na Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), a psicóloga Rocheane Rocha denunciou que dezenas de mictórios do banheiro masculino foram removidos e descartados em um matagal.
As imagens divulgadas mostram um banheiro masculino sem os tradicionais mictórios. “A pergunta que fica é: como fica quem deseja utilizar o mictório?”, questionou a denunciante, destacando que essa ação causa constrangimento aos usuários.
“A decisão de remover os mictórios parece beneficiar uma minoria que se sentia desconfortável com a presença deles, mas também gera insatisfação em quem preferia utilizá-los,” explicou Rocha.
“É fundamental que os responsáveis pela universidade se pronunciem sobre o assunto. A denúncia será levada ao deputado estadual Leandro de Jesus, e espera-se que as autoridades competentes sejam informadas para que possam tomar medidas apropriadas,” concluiu Rocha.
A reportagem tentou contato com a direção da universidade, mas não obteve resposta até o momento. O espaço permanece aberto para esclarecimentos da instituição de ensino.
Com informações do Programa Ronda Policial (Rádio Subaé).
Foto reprodução redes sociais
Em um vídeo gravado ontem, dia 28, na Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), a psicóloga Rocheane Rocha denunciou que dezenas de mictórios do banheiro masculino foram removidos e descartados em um matagal.
As imagens divulgadas mostram um banheiro masculino sem os tradicionais mictórios. “A pergunta que fica é: como fica quem deseja utilizar o mictório?”, questionou a denunciante, destacando que essa ação causa constrangimento aos usuários.
“A decisão de remover os mictórios parece beneficiar uma minoria que se sentia desconfortável com a presença deles, mas também gera insatisfação em quem preferia utilizá-los,” explicou Rocha.
“É fundamental que os responsáveis pela universidade se pronunciem sobre o assunto. A denúncia será levada ao deputado estadual Leandro de Jesus, e espera-se que as autoridades competentes sejam informadas para que possam tomar medidas apropriadas,” concluiu Rocha.
A reportagem tentou contato com a direção da universidade, mas não obteve resposta até o momento. O espaço permanece aberto para esclarecimentos da instituição de ensino.
Com informações do Programa Ronda Policial (Rádio Subaé).
[/gpt3]
