Um grupo de parlamentares do PSOL se fantasiou como personagens da série “O Conto da Aia” e protestou em frente à sede do Partido Liberal (PL) em São Paulo, na manhã desta quinta-feira (20/6), contra o Projeto de Lei 1904/2024, conhecido como “PL do aborto”. O projeto equipara o aborto em gestação acima de 22 semanas ao homicídio.
As deputadas e vereadoras do partido, que representam mandatos coletivos da Bancada Feminista do PSOL na Assembleia Legislativa (Alesp) e na Câmara Municipal de São Paulo, pedem o arquivamento do projeto.
Elas encenaram trechos da série para estabelecer um paralelo entre o projeto de lei e a trama onde mulheres são forçadas a gestar filhos de estupros, e gritaram palavras de ordem contra o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP).
O Partido Liberal defende o projeto, que propõe alterar o Código Penal para estabelecer a pena de homicídio simples às mulheres que abortarem após 22 semanas de gestação.
O autor do projeto, deputado e pastor Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), argumenta que a proposta visa combater a assistolia fetal, procedimento médico utilizado em abortos tardios, que o deputado classifica como “um crime bárbaro”. Veja abaixo! (Foto: reprodução redes sociais; Fonte: Metrópoles)
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qui jun 20 , 2024
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, foi agraciado com o prêmio Faz Diferença na categoria Economia, nesta quarta-feira (19), no Rio de Janeiro. O troféu foi entregue pela editora de Economia do GLOBO, Luciana Rodrigues, e pelo colunista Lauro Jardim. Ao receber a honraria, Haddad agradeceu ao GLOBO e à […]


Um grupo de parlamentares do PSOL se fantasiou como personagens da série “O Conto da Aia” e protestou em frente à sede do Partido Liberal (PL) em São Paulo, na manhã desta quinta-feira (20/6), contra o Projeto de Lei 1904/2024, conhecido como “PL do aborto”. O projeto equipara o aborto em gestação acima de 22 semanas ao homicídio.
As deputadas e vereadoras do partido, que representam mandatos coletivos da Bancada Feminista do PSOL na Assembleia Legislativa (Alesp) e na Câmara Municipal de São Paulo, pedem o arquivamento do projeto.
Elas encenaram trechos da série para estabelecer um paralelo entre o projeto de lei e a trama onde mulheres são forçadas a gestar filhos de estupros, e gritaram palavras de ordem contra o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP).
O Partido Liberal defende o projeto, que propõe alterar o Código Penal para estabelecer a pena de homicídio simples às mulheres que abortarem após 22 semanas de gestação.
O autor do projeto, deputado e pastor Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), argumenta que a proposta visa combater a assistolia fetal, procedimento médico utilizado em abortos tardios, que o deputado classifica como “um crime bárbaro”. Veja abaixo! (Foto: reprodução redes sociais; Fonte: Metrópoles)
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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, foi agraciado com o prêmio Faz Diferença na categoria Economia, nesta quarta-feira (19), no Rio de Janeiro. O troféu foi entregue pela editora de Economia do GLOBO, Luciana Rodrigues, e pelo colunista Lauro Jardim. Ao receber a honraria, Haddad agradeceu ao GLOBO e à […]

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