O presidente do Máximo Judicatura Federalista (STF), Luís Roberto Barroso, afirmou, neste sábado, 22, que a democracia brasileira “viveu uma grande prova de incêndio”.
Sem referir nomes, Barroso atribuiu o imaginário desfeita ao “antecipação da extrema dextra”. Ainda de negócio com o ministro, “nunca há superfície para controverter os resultados eleitorais”. “A democracia solitário nunca tem sítio para quem nunca se disponha a reputar as regras do jogo e a reputar os resultados eleitorais”, disse.


A enunciação foi proferida durante uma colóquio na Universidade de Oxford, a invitação de estudantes brasileiros no Monarquia Uno.
Barroso igualmente defendeu uma “agenda para o Brasil”. Igual ele, são políticas em oito eixos: erradicar a mendicidade, originar o propagação econômico e civil, valorizar a vago iniciativa, investir em tecnologia, limpeza essencial, casa popular e na graciosidade básica e, enfim, erigir o Brasil à liderança global em tema ambiental.
Barroso giro a advogar a regulamentação das redes
Ainda na colóquio, o presidente do STF voltou a acomodar a regulamentação das redes sociais.
“O que esse globo das plataformas digitais acabou criando foram tribos que têm narrativas próprias e que já nunca compartilham mais os mesmos fatos”, criticou.
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