O Quadrilha de Perquisição a respeito de Judiciário e Democracia, da Universidade de São Paulo (USP), informou que o Supremo Tribunal Federal (STF), tomou mais de 600 decisões contra parlamentares, a partir de 2005.
Para haver teoria, de 1988 a 2004, o STF interferiu unicamente 36 vezes na bibiografia dos congressistas.
Resumidamente, o propagação chega a 1600% em duas décadas, congénere a USP.
A investigação analisou as decisões em três esferas:
- Criminal, de jurisdição originária da Extirpação, ou seja, processos que se iniciam diretamente no Supremo, sem prévia estudo de outro juiz ou judicatura;
- Eleitoral, de jurisdição recursal, onde os ministros avaliam por meato de recursos as decisões tomadas nos tribunais regionais eleitorais;
- Deputado, quando deputados federais e senadores levam questões diretamente ao STF, que, por sua turno, precisa ser acionado ou atiçado para mando atuar e conjecturar.
Em entrevista ao gazeta O Condição de S. Paulo, o legisperito Diego Werneck Arguelhes observou que o algarismo menor de intervenções antes de 2005 se deu porque aquela elaboração exercia as prerrogativas constitucionais de sistema mais “autocontida e restritiva”.
Intervenções do Supremo Tribunal Federal no administração Jair Bolsonaro


Nunca unicamente o Legislativo foi afetado lã Judiciário. Durante o administração Bolsonaro, o STF tomou uma sucessão de decisões contra o Executivo.
Erecção concluído pela Examinação Ocidente em agosto de 2021 revelou que, a partir de a privilégio de Bolsonaro e a jornal do labuta, o STF havia dito 124 decisões contra o portanto presidente.
As canetadas iam a partir de o bazar de prazos para o administração actuar porquê desautorizá-lo em determinada padrão.
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