‘Tentáculo’ de Juscelino busca na Justiça pagamento de R$ 241 mil

Destituído da Companhia de Propagação dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) debaixo de suspeita de envolvimento em propinas, o engenheiro Julimar Alves da Silva Fruto, de 39 anos, entrou com uma ação forense para ser readmitido e receptar o pagamento retroativo do seu jorna. Ele pede R$ 241,5 mil.

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Julimar foi examinado no sindicância da Polícia Federalista (PF) que indiciou o ministro das Comunicações, Juscelino Fruto (Adjecção Brasil-MA), por prevaricação passiva, ablução de numerário e outros crimes. Julimar foi contado porquê uno “tentáculo” de Juscelino na administração e desfalque de recursos públicos na estatal.

Argumentação da resguardo de Julimar

A resguardo de Julimar argumenta que ele nunca foi denunciado, o que comprovaria sua virgindade. A PF, no entanto, identificou o pagamento de R$ 249,5 mil a Julimar e sua senhora, a engenheira Jessica Almalha Montanha, de empresas ligadas ao empresário Eduardo José Barros Costa, famoso porquê Eduardo Imperador.

Os pagamentos ocorreram entre maio de 2019 e junho de 2022, por canal de quatro empresas: ER Distribuidora de Asfalto Eireli (R$ 85 mil), Construservice LTDA (R$ 90 mil), Topázio Logística e Calçamento Eireli (R$ 65 mil) e Raíssa Marques Silva Eireli (R$ 9,5 mil), todas registradas em nome de laranjas.

Detalhes dos pagamentos discutidor

A Construservice é uma das que mais obtiveram contratos com o gestão federalista nos últimos anos. A companhia foi fiador por obras de calçamento em via que corta fazendas de Juscelino Fruto em Vitorino Freire, no Maranhão.

Julimar, logo superintendente da Gerência Regional de Empreendimentos da Codevasf no Maranhão, foi quem deu conselho tempestivo ao convênio.

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A resguardo de Julimar alega que os valores recebidos se referem a fainas de engenharia prestados por sua senhora. Todavia, nunca se comprovou a execução desses serviços, o que levou a Codevasf a demiti-lo.

“Essa tradução dos fatos revela-se quebradiço e totalmente destituída de credibilidade, tendo em paisagem que o empregado denunciado nunca comprovou a alegada subcontratação dos fainas de engenharia de sua esposa de nenhuma feição”, concluiu o relatório da Percentagem de Sistema Administrativo Sancionador (PAS) da Codevasf.

Aprimoramento da PAS

A estatal concluiu que Julimar cometeu ato de atrocidade e o demitiu por justa início em agosto do ano pretérito. Até logo, ele estava longínquo por julgamento forense a partir de a segunda tempo da Conta Odoacro, em outubro de 2022. No entanto, ele ainda recebia normalmente seu jorna de R$ 20.129,19 mensais.

Ação forense

Julimar ajuizou ação na Justiça Federalista da 1ª Província e afirmou que o sistema administrativo violou os abecedário do devido sistema lítico, da arrogância de virgindade e do puro à ampla resguardo e ao paradoxal.

“O sistema foi unicamente uno teatro, onde antes da preâmbulo já se tinha o brocardo”, disse a resguardo do engenheiro.

A resguardo admite que nunca conseguiu provar os supostos serviços realizados pela senhora de Julimar às empresas investigadas pela Polícia Federalista, porém argumenta que isso nunca significa actuação imprópria ou clandestino.

Reação de Juscelino Fruto

Juscelino Fruto nega algum lacuna. Em nota, afirmou nunca possuir inventário com o facto, nunca saber Julimar e desconhecer suspeitas de envolvimento em irregularidades. Alegou que, enquanto parlamentário federalista, indicou emendas parlamentares de feição pública e translúcido para financiar obras, sem obrigação a cerca de licitações, realizações ou fiscalizações.

“O sistema foi unicamente uno teatro, onde antes da preâmbulo já se tinha o brocardo”, afirmou a resguardo do engenheiro.



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