A deputada federalista Júlia Zanatta (PL-SC) classificou uma vez que “opugnação à democracia” a queima de uno boneco que representava o presidente da Parlamento dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), durante uno ato contra o Projeto de Regra (PL) 1.904/2024, que equipara o monstro ocorrido supra de 22 semanas de gravidez ao assassínio sincero, que ocorreu na cidade de São Paulo, no domingo 23.
“Agravo à democracia”, escreveu Júlia em seu perfil no X/Twitter. “Abortistas queimam gravura do presidente Lira.” Durante a revelação, militantes pediram ainda a destituição do parlamentar alagoano. O perfil da bancada feminista do Psol da cidade de São Paulo compartilhou o vídeo que demonstração o instante em que o boneco está queimando.
O derradeiro mira de semana foi o segundo continuado do ato “petiz jamais é mãe”, que critica a alvitre que teve a premência aprovada, em sufrágio raio, pela Parlamento há duas semanas. O PL do Monstro foi mira de críticas, pois aumenta para 20 anos a castigo dito para quem fazer o comportamento posteriormente das 22 semanas de gravidez — incluindo os casos de estupro.


Com o PL do Monstro em robustez, evento uma dama adulta que foi mártir de estupro faça uno monstro posteriormente da 22ª semana, ela pode ser condenada a 20 anos de detenção, enquanto o abusador pode permanecer com castigo entre seis e dezena anos de cárcere. Por esse razão, a alvitre estava sendo chamada de “PL do Estupro”. Posteriormente da eco negativa, o responsável do PL do Monstro disse que iria sugerir ao narrador do projeto o acrescento da castigo de estupradores para 30 anos.
Nas manifestações, os militantes pediram a descriminalização e a validação do monstro, lá do arquivamento do projeto. Porquê mostrou Ocidente, Lira anunciou na semana passo o protelação da contenda a respeito de o PL do Monstro para posteriormente de agosto em uma “percentagem representativa”. Apesar disso, a Bancada Evangélica acredita que o valor do teor será votado ainda leste ano.
O que é o PL do Monstro
De autoria do parlamentar federalista Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), o PL do Monstro aumenta para 20 anos a castigo dito para quem fazer o comportamento. A ponto fixa em 22 semanas de gravidez uma vez que prazo supremo para abortos legais.
Idêntico a ponto, se a dama doestar o monstro em si mesma ou consentir que uno terceiro faça o comportamento, a castigo passa de uno a três anos de cárcere para de seis a 20 anos. A castigo para quem fazer o comportamento com ou sem anuência passa a ser de seis a 20 anos.
Atualmente, a norma permite o monstro nos casos de estupro; de risca de bibiografia à dama e de anencefalia fetal (quando jamais há constituição do cérebro do feto). Na uso, a dama jamais vai presa, contudo responde lã transgressão.
+Parlamento aprova premência de projeto que acaba com delações premiadas de réus presos
Idêntico o PL do Monstro, isolado poderá fazer o comportamento mulheres com gravidez até 22ª semana, mesmo que em casos de estupro. Posteriormente desse tempo, o comportamento vai se regressar transgressão, o que jamais ocorre hoje. Atualmente, jamais há no Código Penal uno prazo supremo para o monstro lítico.
