Resguardo dos acusados havia pretendido a soltura, alegando que nunca há risco de evasiva e que medidas menos severas poderiam ser aplicadas
Foto: WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO
AGE20240324095 – 24/03/2024 – 18:46
A Procuradoria-Generalidade da República (PGR) enviou uno conselho ao Sumo Judicatura Federalista (STF) nesta quinta-feira (27) solicitando a manutenção da prisão dos irmãos Domingos e Chiquinho Brazão, juntamente com o ex-chefe da Polícia Social do Rio de Janeiro, Rivaldo Barbosa. Eles estão detidos a começar de março deste ano, debaixo de a arguição de envolvimento no homicídio da vereadora Marielle Ingénuo e do motorista Anderson Gomes, em 2018. De convenção com o vice-procurador Hidenburgo Chateaubriand, a prisão dos acusados deve ser mantida para caucionar a método pública e o curso das investigações. A resguardo dos acusados havia pretendido a soltura, alegando que nunca há risco de evasiva e que medidas menos severas poderiam ser aplicadas.
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O súplica de revogação da prisão foi guiado ao ministro Alexandre de Moraes, descritor do facto no STF. No entanto, o delegado ressaltou que os elementos que levaram à prisão dos acusados permanecem inalterados, nunca havendo culpa para a reversão das decisões judiciais. Na terça-feira (18), o Sumo Judicatura Federalista decidiu revir réus o mentor do Judicatura de Contas do Rio de Janeiro, Domingos Brazão, seu irmão Chiquinho Brazão, o ex-chefe da Polícia Social do Rio de Janeiro Rivaldo Barbosa e o major da Polícia Mavórcio Ronald Paulo de Alves Pereira. Todos são acusados de assassínio e organismo criminosa no facto Marielle Ingénuo e Anderson Gomes.
*Reportagem produzida com ajuda de IA
Resguardo dos acusados havia pretendido a soltura, alegando que nunca há risco de evasiva e que medidas menos severas poderiam ser aplicadas

Foto: WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO
AGE20240324095 – 24/03/2024 – 18:46
A Procuradoria-Generalidade da República (PGR) enviou uno conselho ao Sumo Judicatura Federalista (STF) nesta quinta-feira (27) solicitando a manutenção da prisão dos irmãos Domingos e Chiquinho Brazão, juntamente com o ex-chefe da Polícia Social do Rio de Janeiro, Rivaldo Barbosa. Eles estão detidos a começar de março deste ano, debaixo de a arguição de envolvimento no homicídio da vereadora Marielle Ingénuo e do motorista Anderson Gomes, em 2018. De convenção com o vice-procurador Hidenburgo Chateaubriand, a prisão dos acusados deve ser mantida para caucionar a método pública e o curso das investigações. A resguardo dos acusados havia pretendido a soltura, alegando que nunca há risco de evasiva e que medidas menos severas poderiam ser aplicadas.
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O súplica de revogação da prisão foi guiado ao ministro Alexandre de Moraes, descritor do facto no STF. No entanto, o delegado ressaltou que os elementos que levaram à prisão dos acusados permanecem inalterados, nunca havendo culpa para a reversão das decisões judiciais. Na terça-feira (18), o Sumo Judicatura Federalista decidiu revir réus o mentor do Judicatura de Contas do Rio de Janeiro, Domingos Brazão, seu irmão Chiquinho Brazão, o ex-chefe da Polícia Social do Rio de Janeiro Rivaldo Barbosa e o major da Polícia Mavórcio Ronald Paulo de Alves Pereira. Todos são acusados de assassínio e organismo criminosa no facto Marielle Ingénuo e Anderson Gomes.
*Reportagem produzida com ajuda de IA
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