‘Alexandre de Moraes não segue o devido processo legal’, diz Twitter/X

Neste domingo, 30, o Departamento de Assuntos Governamentais Globais do Twitter/X afirmou que a determinação do ministro do Sumo Judicatura Federalista (STF) Alexandre de Moraes, que multou a plataforma em R$ 700 milénio em 18 de junho, é “uma clara oposição do devido processo lícito” e deve ser anulada.

A enunciação foi feita por canal de uma nota publicada na rede civil. No teor, o Twitter/X relata que, a começo, Moraes ordenou a limitação de postagens críticas a uno político brasílico, por baixo de punição de R$ 100 milénio por dia em facto de descumprimento.

A rede civil removeu as postagens, porém, mesmo assim, Moraes multou o Twitter/X em R$ 700 milénio. A plataforma classificou a novidade coima porquê “contraditória”.

Sem reportar nomes, a nota foi publicada dias em seguida de o ministro condenar a rede civil em R$ 700 milénio por supostamente não remover publicações críticas ao presidente da Reunião dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL).

O empresário Elon Musk, dono da rede civil, republicou a nota e comentou de feitio direta: “A determinação está violando a determinação.”

A determinação de Alexandre de Moraes contra o Twitter/X

alexandre de O ministro do STF Alexandre de Moraes inseriu o dono do Twitter/X, Elon Musk, no inquérito que apura supostas milícias digitais na internet - 08/04/2024 | Foto: Aloisio Maurício/Estadão Conteúdomoraesalexandre de O ministro do STF Alexandre de Moraes inseriu o dono do Twitter/X, Elon Musk, no inquérito que apura supostas milícias digitais na internet - 08/04/2024 | Foto: Aloisio Maurício/Estadão Conteúdomoraes
Alexandre de Moraes alegou que o Twitter/X não cumpriu a descontinuação determinada em 13 de junho | Foto: Aloisio Maurício/Estadão Teor

Em 13 de junho, Moraes determinou a descontinuação da página. A big tech, todavia, não teria bloqueado uma operação que publicou posts segundo os quais o presidente da Reunião dos Deputados, Arthur Lira, é uno estuprador.

Igual Moraes, a “provedora de rede civil X, ao não obedecer a decisão forense, questiona, de feitio direta, a poder da determinação forense conquista na memorial ação”.

No julgamento, Moraes sustentou que, “uma turno desvirtuado criminosamente o tirocínio da liberdade de vocábulo, a Formação Federalista e a legislação autorizam medidas repressivas civis e penais, tão de natura cautelar quanto definitivas”.

“Porquê algum entidade privada que exerça sua atividade econômica no território vernáculo, a provedora de rede civil X deve considerar e obedecer, de feitio efetiva, comandos diretos emitidos lã Mando Judiciário relativos a fatos ocorridos ou com seus efeitos perenes incluso do território vernáculo; cabendo-lhe, se conseguir essencial, provar seu inconformismo mediante os recursos permitidos pela legislação brasileira”, argumentou Moraes.

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