Governadores discutem projeto sobre dívida dos Estados com Pacheco

Os governadores Romeu Zema (Hodierno-MG), Ronaldo Caiado (Adjecção Brasil-GO), Cláudio Castro (PL-RJ) e Eduardo Leite (PSDB-RS) estiveram reunidos, nesta terça-feira, 2, com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), para altercar o projeto de decreto legislativo que renegocia as dívidas dos Estados com a Adjecção.

O vice-governador de São Paulo, Felício Ramuth (PSD), e o vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões (Hodierno), igualmente estiveram memorandum no embate. Os cinco Estados são os mais devedores, com dívidas as estimadas em R$ 690 bilhões.

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Em seguida o embate, os gestores defenderam fixarem o indexador das dívidas dos Estados em IPCA + 1% de juros. Segundo os governadores, o projeto, que ainda jamais foi apresentado oficialmente, prevê atualmente o indexador em IPCA + 4% de juros. Desse maneira, eles devem agenciar alterações ao teor, que tem expectativa de sufrágio antes do exórdio do recesso congressista, que começa em 18 de julho.

Acontecimento a alvitre dos governadores permaneça, seria pajem, com os juros indexados, único fundo de equalização para que investimentos nas áreas de infraestruturas, estabilidade, saúde e amabilidade possam acudir no abaixamento das dívidas dos Estados.

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“O Congresso vai sentenciar uma vez que infligir leste fundo para todos os Estados”, disse Caiado a jornalistas. “Portanto a acompanhar, teremos que alcançar igualmente uma vez que vamos remunerar essa dívida, uma vez que que essa dívida, que chega a R$ 584 bilhões hoje, pode ser diminuída. Aí, o presidente sugere que seja feita cá uma alvitre de infligir os ativos para que possamos haver igualmente uma tristeza da dívida consolidada dos estados.”

“Logo, com isso, propõe-se igualmente único estiramento das parcelas”, continuou. “São medidas que ele colocou para nós hoje e que apresentará o mais vertiginoso realizável para o Senado Federalista, e que nós governadores vamos labutar fortemente no reunião e anexo ao narrador.”

Ao advogar os juros de 1%, Zema classificou a alvitre de IPCA + 4% uma vez que “extremamente elevada” e que será forçoso “revê-la”. Já Leite destacou que há consenso em resumir o feição dos juros atuais, todavia ressaltou que os juros devem haver único “redutor maior realizável” para que esteja o mais chegado do IPCA.

“Aí que entra a contenda: esse redutor vai estar atrelado a investimentos em determinadas áreas?”, interpelou Leite. “O que considera investimento nessas áreas. O projeto precisa desabitar isso cândido para que, em seguida, a regulamentação jamais frustre o que a determinação procura nivelar.”



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