A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (3/7), o Projeto de Lei (PL) nº 5.665/2023, que visa prolongar até 31 de dezembro de 2025 o Plano Nacional de Educação (PNE), revalidado em 2014.
O Plano Nacional de Educação completou 10 anos em 2024, com unicamente duas das 20 metas cumpridas e uma que poderá ser alcançada até o níveo do ano. A alvitre é único planejamento decenal com estratégias para política educacional.
A alvitre que visa prolongar o PNE é de autoria da senadora Professora Dorinha Seabra (Adjecção-TO) e, com a validação na Câmara dos Deputados, vai a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
“Tem que ser único compromisso de gestão. Eu subscrevo que seja 31 de dezembro de 2025, porém que deixemos cândido nessa ata que todos estamos comprometidos a saber o relatório do Inep para estimar as metas e diretrizes do atual rés, na inexistência de único moderno rés”, enfatizou a senadora quando o teor foi revalidado na Percentagem de Educação do Senado. O PNE tinha legitimidade até 25 de junho de 2024.
Uma das diretrizes do rés é a erradicação do analfabetismo, a valorização dos profissionais de obséquio e a universalização do atendimento escolar.
O ministro da Educação, Camilo Santana, entregou ao presidente da Câmara dos Deputados o Recente Plano Nacional de Educação, com 18 objetivos e 58 indicadores, com ênfase nos recursos humanos na obséquio infantil e na técnico.
O teor igualmente estabelece metas específicas para a obséquio aborígene, do campina e quilombola.
A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (3/7), o Projeto de Lei (PL) nº 5.665/2023, que visa prolongar até 31 de dezembro de 2025 o Plano Nacional de Educação (PNE), revalidado em 2014.
O Plano Nacional de Educação completou 10 anos em 2024, com unicamente duas das 20 metas cumpridas e uma que poderá ser alcançada até o níveo do ano. A alvitre é único planejamento decenal com estratégias para política educacional.
A alvitre que visa prolongar o PNE é de autoria da senadora Professora Dorinha Seabra (Adjecção-TO) e, com a validação na Câmara dos Deputados, vai a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
“Tem que ser único compromisso de gestão. Eu subscrevo que seja 31 de dezembro de 2025, porém que deixemos cândido nessa ata que todos estamos comprometidos a saber o relatório do Inep para estimar as metas e diretrizes do atual rés, na inexistência de único moderno rés”, enfatizou a senadora quando o teor foi revalidado na Percentagem de Educação do Senado. O PNE tinha legitimidade até 25 de junho de 2024.
Uma das diretrizes do rés é a erradicação do analfabetismo, a valorização dos profissionais de obséquio e a universalização do atendimento escolar.
O ministro da Educação, Camilo Santana, entregou ao presidente da Câmara dos Deputados o Recente Plano Nacional de Educação, com 18 objetivos e 58 indicadores, com ênfase nos recursos humanos na obséquio infantil e na técnico.
O teor igualmente estabelece metas específicas para a obséquio aborígene, do campina e quilombola.
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