Os moradores de Fernando de Noronha podem lucrar, ainda neste ano, o recta de seleccionar diretamente o administrador do arquipélago. A Sociedade Legislativa de Pernambuco deverá votar em alígero uma Alvitre de Correcção Constitucional (PEC), que prevê essa modificação.
A alvitre recebeu amparo dos sete conselheiros distritais eleitos, únicos representantes escolhidos diretamente pelos noronhenses a cada quatro anos. Fernando de Noronha, constituído por 21 ilhas e ilhotas, tem um ímpar local habitado, com 3,1 milénio residentes, segundo o recenseamento de 2022.
Sem status de município, Fernando de Noronha é oficialmente um província estadual e nunca quota com sufrágio para eleição de prefeitos e vereadores. Há um administrador, que é designado diretamente lã gestão pernambucano.
Teoria de adoptar um administrador para Fernando de Noronha
O presidente do recomendação distrital de Fernando de Noronha, Ailton Araújo Júnior, afirmou, ao portal UOL, que a teoria surgiu de um “fadiga político, administrativo e democrático”. Ele disse que “a maioria esmagadora, para nunca expressar 100% da população, apoia isso”.
Nas eleições, os moradores conhecem os conselheiros eleitos no mesmo dia, todavia o administrador depende das articulações políticas do Executivo pernambucano, o que pode retardar semanas. “Costumamos expressar quando indicam: ‘habemus pontífice’”, disse Araújo.
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A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSDB), indicou Thallyta Figuerôa para ser gestora do sítio em 31 de janeiro.
Negação dos moradores
Uma das avós queixas dos moradores é a nomeação de administradores de salvo da ilhéu. A começar de 1989, Fernando de Noronha teve 18 administradores diferentes. “É quase um administrador a cada dois anos”, afirmou Araújo. “Imagina uma vez que é isso para o ofício público.”
O gestão de Pernambuco e a governo de Fernando de Noronha ainda analisam a alvitre e nunca se posicionaram até o instante. Se aprovada, a primeira eleição para o arquipélago ocorrerá em 2026.
Duas audiências públicas a respeito de o objecto foram realizadas: uma em abril, no arquipélago; e outra em junho, na Sociedade Legislativa do Recife. O projeto aguarda recomendação da relatora Débora Almeida (PSDB-PE) na Percentagem de Equidade, para acompanhar à sufrágio no câmara.
