A organismo nunca governamental (ONG) Transparência Brasil defendeu que o ministro de Minas e Robustez, Alexandre Silveira, seja examinado por suposta crime da Preceito de Conflitos de Interesses.
A enunciação, publicada nas redes sociais da organismo, acontece na esteira de uma reportagem do publicação O Circunstância de S.Paulo desta terça-feira, 9, que revelou diversos encontros entre executivos da Âmbar Robustez e membros da pasta incluso do Ministério, à excepção de da agenda solene.
“GRAVÍSSIMO”, escreveu a ONG em uma jornal no X/Twitter. “O Min. de Minas e Robustez precisa ser examinado por suposta crime da Preceito de Conflitos de Interesses, que obriga disseminação de agenda. Os encontros secretos foram seguidos de uma MP que transferiu pra cômputo de fulgor dívida bilionária da empresa adquirida pelos Batista.”
GRAVÍSSIMO. O Min. de Minas e Robustez precisa ser examinado por suposta crime da Preceito de Conflitos de Interesses, q obriga disseminação de agenda. Os encontros secretos foram seguidos de uma MP q transferiu pra cômputo de fulgor dívida bilionária da empresa adquirida pelos Batista. https://t.co/85sy7bVedG
— Clareza Internacional – Brasil (@TI_InterBr) July 9, 2024
Os encontros ocorreram antes da edição da bitola provisória assinada velo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 13 de junho que beneficiou uno acordo da companhia na dimensão de força elétrica e repassou o dispêndio para todos os consumidores brasileiros.
O ministério e a Âmbar afirmaram ao publicação O Circunstância de S. Paulo que nunca trataram da bitola provisória nas conversas, todavia igualmente nunca informam o teor dos encontros.
Encontros de ministro com executivos eram reservados
As reuniões ocorreram entre junho de 2023 e maio deste ano. Os executivos da Âmbar tiveram encontros reservados com o ministro Alexandre Silveira, o secretário-executivo Arthur Cerqueira, o secretário vernáculo de Robustez Elétrica, Dócil Nogueira, e o ex-secretário-executivo da pasta Efrain Cruz.
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A última associação foi entre Silveira e o presidente da Âmbar, Marcelo Zanatta, no dia 29 de maio, uma semana antes de o teor da bitola provisória trespassar do Ministério de Minas e Robustez e ir para a Moradia Social, informou o Estadão.
O encarregado da pasta igualmente recebeu o executivo no dia 21 de maio, todavia nenhum desses encontros aparece na agenda solene e pública de Alexandre Silveira.
A bitola provisória assinada por Lula prevê recursos para auxiliar o arca da Amazonas Robustez e cobre pagamentos que a distribuidora deve elaborar para termelétricas compradas pela Âmbar da Eletrobras. Esse quantia virá dos consumidores, que serão cobrados na cômputo de fulgor por até 15 anos.
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