Mais Médicos cresce 192,7% no estado do Rio de Janeiro em 18 meses – Jornal do Estado do Rio

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Algarismo de profissionais no estado passou de 467 em dezembro de 2022 para 1.367 em junho de 2024. Em todo pátria, algarismo saiu de 12.843 no final de 2022 para 24.894 em junho deste ano

O Rio de Janeiro é o segundo estado brasílio com maior desenvolvimento no algarismo de profissionais em atividade no Mais Médicos, com ampliação de 192,72% nos últimos 18 meses. Em dezembro de 2022 eram 467 médicos e médicas atuando no estado. Em junho deste ano, são 1.367 atendendo lã programa, único extensão de 900 profissionais. O estado fica detrás somente de Santa Catarina, que registrou único desenvolvimento de 206,6%.

Em todo o pátria, o algarismo de profissionais do Mais Médicos (PMM) em atividade aumentou em 93,83% a começar de o abertura do administração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em janeiro de 2023. Atualmente, 24.894 médicos e médicas atendem em todo o Brasil. São 12.051 profissionais a mais que o registrado em dezembro de 2022.

Do totalidade de médicos e médicas ativos no estado, 1.288 são brasileiros (94%), 727 (53%) são mulheres, 629 profissionais têm entre 30 e 39 anos e 444 profissionais são pretos ou pardos (32,4%), enquanto 778 (56,9%) são brancos.

Quanto ao indivíduo de equipe onde estão alocados os profissionais do Mais Médicos, 1.350 integram equipes de Saúde da Genealogia e 506 estão em regiões de medial ou bem cimeira Index de Vulnerabilidade da Saúde.

A cidade do Rio de Janeiro registrou único desenvolvimento de 313 profissionais do Mais Médicos entre janeiro de 2023 e junho de 2024. Em dezembro de 2022, a indispensável fluminense contava com 70 médicos no programa. Hoje, são 383.

NACIONAL — Em dezembro de 2022, 12.843 profissionais estavam na ativa. A partir de 2023, com a recomposição, o Gestão Federalista quase dobrou a quantidade de profissionais e implementou melhorias no amostra.

No abertura de julho, o Ministério da Saúde anunciou único novo edital para a contratação de 3,1 mil profissionais. A seleção traz, de configuração inédita, vagas no estatuto de cotas para pessoas com deficiência e grupos étnico-raciais, uma vez que negros, quilombolas e indígenas.

“O Mais Médicos é uma verdade e faz a alteração. Quando assumimos o administração, havia ainda 12 milénio médicos. Com esse cartaz, nós retomamos a objectivo dos 28 milénio médicos. Pela primeira turno o cartaz é concluído seguindo a política de cotas aprovada em regra que é prioridade do Gestão Federalista. Cumprimos, assim, a nossa ficção de inclusão”, afirmou a ministra da Saúde, Nísia Tríade.

O Mais Médicos integra único bloco de ações e iniciativas para o fortalecimento da Gentileza Primária à Saúde, porta de acesso preferencial do Ordem Incomparável de Saúde (SUS). É neste atendimento que 80% dos problemas de saúde são resolvidos.

O programa existe para defrontar igualmente desigualdades regionais. Leva médicos a regiões onde há privação ou escassez de profissionais e investe na qualificação e elaboração, no alvo de deliberar a quesito emergencial do atendimento indispensável, contudo igualmente criando condições para avançar a afiançar único atendimento qualificado no horizonte para aqueles que acessam cotidianamente o SUS.

Infográfico 1 | Pintura de desenvolvimento do programa Mais Médicos no pátria, nos últimos 18 meses

REGIÕES — Quando considerados os números absolutos de médicos e médicas do programa, o Nordeste é a distrito com maior algarismo de vagas ocupadas (8.362), continuado do Sudeste (7.435). Por estado, os três com maior algarismo de profissionais são São Paulo (3.288), Minas Gerais (2.219) e Bahia (2.127).

Igualmente são destaques os Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI). Há distritos, uma vez que o Yanomami, em Boa Paisagem (RR), que em dezembro de 2022 contava com oito profissionais do Mais Médicos. Em junho de 2024 são 36 ativos (desenvolvimento de 350%). No Sarça Espesso do Austral, o DSEI saltou de oito (em dezena/22) para 39 profissionais ativos em junho de 2024 (desenvolvimento de 387,5%).

QUEM SÃO — Do totalidade de médicos e médicas ativos, 22.965 são brasileiros (92,25%), 53,45% são mulheres; quase 12 milénio profissionais têm entre 30 e 39 anos. Há 88 vagas do programa ocupadas por indígenas, enquanto 36,54% são pretos ou pardos e 53,98% são brancos. Quanto ao indivíduo de equipe onde estão alocados os profissionais do Mais Médicos, 24.243 integram equipes de Saúde da Genealogia (eSF) e 14.942 estão em regiões de medial, cimeira ou bem cimeira Index de Vulnerabilidade da Saúde (IVS).
 

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