Marçal é indiciado pela PF por laudo falso contra Boulos na campanha de São Paulo

O empresário e influenciador Pablo Marçal, que concorreu sem sucesso à prefeitura de São Paulo pelo PRTB neste ano, foi indiciado pela Polícia Federal (PF) sob a acusação de uso de documento falso. A denúncia está relacionada a um laudo médico falso contra o deputado federal Guilherme Boulos (PSOL), divulgado pela campanha de Marçal poucos dias antes do primeiro turno das eleições, que ocorreu em 6 de outubro.

De acordo com informações da TV Globo, Marçal foi ouvido na Superintendência Regional da PF, localizada no bairro da Lapa, zona oeste da capital paulista, e prestou depoimento durante cerca de três horas, negando envolvimento direto na criação ou divulgação do material. Segundo ele, o documento foi publicado pela equipe de redes sociais de sua campanha, sem sua autorização.

A investigação teve início após a divulgação do laudo falso que associava Boulos ao consumo de drogas. A PF conduziu uma perícia e constatou que a assinatura do médico que constava no laudo era forjada. O suposto autor do laudo, o médico José Roberto de Souza, havia falecido em 2022.

A perícia confirmou a falsificação com base nas discrepâncias entre a assinatura no documento e os padrões autênticos. “Verificou-se a prevalência das dissimilaridades entre a assinatura questionada e os padrões apresentados, tanto nas formas gráficas quanto em suas gêneses”, apontaram os peritos da PF.

Para verificar a autenticidade do documento, os peritos também tentaram compará-lo a outros documentos da Clínica Mais Consulta, cujo nome aparece no laudo falso.

No entanto, devido à ausência de elementos de segurança, os peritos afirmaram que seria necessária a análise de outros itens, como carimbos e registros oficiais, para uma verificação mais precisa. “No caso em questão, não se trata de um documento de segurança, além de ter sido apresentado em via digital e não física”, explicaram.

O sócio da clínica, Luiz Teixeira da Silva Júnior, declarou que não participou da elaboração do documento e afirmou, em nota, que o nome dele e de sua empresa foram usados sem seu conhecimento. Segundo Luiz, a falsificação teria sido realizada “por pessoa que lhe é desconhecida”. Veja mais abaixo!

 

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O empresário e influenciador Pablo Marçal, que concorreu sem sucesso à prefeitura de São Paulo pelo PRTB neste ano, foi indiciado pela Polícia Federal (PF) sob a acusação de uso de documento falso. A denúncia está relacionada a um laudo médico falso contra o deputado federal Guilherme Boulos (PSOL), divulgado pela campanha de Marçal poucos dias antes do primeiro turno das eleições, que ocorreu em 6 de outubro.

De acordo com informações da TV Globo, Marçal foi ouvido na Superintendência Regional da PF, localizada no bairro da Lapa, zona oeste da capital paulista, e prestou depoimento durante cerca de três horas, negando envolvimento direto na criação ou divulgação do material. Segundo ele, o documento foi publicado pela equipe de redes sociais de sua campanha, sem sua autorização.

A investigação teve início após a divulgação do laudo falso que associava Boulos ao consumo de drogas. A PF conduziu uma perícia e constatou que a assinatura do médico que constava no laudo era forjada. O suposto autor do laudo, o médico José Roberto de Souza, havia falecido em 2022.

A perícia confirmou a falsificação com base nas discrepâncias entre a assinatura no documento e os padrões autênticos. “Verificou-se a prevalência das dissimilaridades entre a assinatura questionada e os padrões apresentados, tanto nas formas gráficas quanto em suas gêneses”, apontaram os peritos da PF.

Para verificar a autenticidade do documento, os peritos também tentaram compará-lo a outros documentos da Clínica Mais Consulta, cujo nome aparece no laudo falso.

No entanto, devido à ausência de elementos de segurança, os peritos afirmaram que seria necessária a análise de outros itens, como carimbos e registros oficiais, para uma verificação mais precisa. “No caso em questão, não se trata de um documento de segurança, além de ter sido apresentado em via digital e não física”, explicaram.

O sócio da clínica, Luiz Teixeira da Silva Júnior, declarou que não participou da elaboração do documento e afirmou, em nota, que o nome dele e de sua empresa foram usados sem seu conhecimento. Segundo Luiz, a falsificação teria sido realizada “por pessoa que lhe é desconhecida”. Veja mais abaixo!

 

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