Agentes civis do programa Segurança Presente realizam um protesto no Campus Maracanã da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), nesta segunda-feira (27). O motivo do ato são salários atrasados.
Os manifestantes entraram no campus e dizem que permanecerão lá até que os vencimentos sejam quitados. Afirmam que há pendências atrasadas referentes aos meses de novembro e dezembro de 2024, incluindo o 13º salário.
Ficar sem o 13º já era um temor dos agentes. Isto porque a Uerj alegou não possuir verba suficiente em caixa para quitar os vencimentos. A integrante da comissão de agentes civis e assitentes sociais, Rosi Dias, explicou que a situação é recorrente.
“Estamos no auditório e nosso representante está reunido com a reitoria. A gente quer a presença da reitora. O problema será resolvido quando tiver o pagamento na conta. Isso vem sempre ocorrendo, é recorrente”, disse.
O Segurança Presente é gerido pela Secretaria estadual de Governo (Segov), mas os agentes civis são contratados pela universidade através do Laboratório de Estudos de Abordagem de Proximidade (Labeprox).
A Uerj disse que pediria à Segov suplementação de verba no valor de R$ 1,7 milhão para efetuar os pagamentos. O que causou surpresa aos agentes é que, em outubro de 2024, a Segov descentralizou R$ 14,3 milhões para a Uerj a fim de financiar o programa.
O TEMPO REAL tenta contato com a Uerj e Segov. Assim que se manifestarem, este texto será atualizado.
