Garnier diz que não colocou tropa da Marinha à disposição de Bolsonaro

O ex-comandante da Marinha almirante Almir Garnier negou em interrogatório no Supremo Tribunal Federal (STF) que tenha colocado tropas da força à disposição do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para uma tentativa de golpe de Estado.

Garnier afirmou que a única preocupação de Bolsonaro era com a segurança dos quartéis, diante da presença de manifestantes nas imediações.

Ele também negou ao ministro Luiz Fux que tenha colocada a Marinha à disposição do ex-presidente: “Nunca usei essa expressão”.

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Interrogatórios dos réus da Ação Penal (AP) 2668

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O almirante também confirmou a realização de uma reunião com os comandantes das Forças Armadas, mas negou que o encontro tenha tratado de uma minuta golpista.

“Eu não me recordo que ele [Bolsonaro] tenha dito isso nessa reunião [sobre colocar à disposição tropas da Marinha]. O brigadeiro Batista Júnior não estava presente. Eu não falei que colocaria as tropas da Marinha à disposição. O presidente expôs preocupações e análises, mais do que propriamente ideias de conduzir algo. A preocupação era com a segurança pública [com as pessoas nos quartéis]”, destacou.

Garnier também declarou não ser crítico das urnas eletrônicas, mas defendeu que é legítimo, dentro da democracia, expressar opiniões. Segundo ele, a busca por maior transparência nos processos eleitorais fortalece a confiança e garante transições pacíficas.

“O que defendi é que, quanto mais transparentes os processos, maiores serão as garantias de transições pacíficas. Além de oficial da Marinha, fui gerente de projetos, tenho conhecimento em tecnologia. Sei que, quanto mais auditorias e verificações um sistema passa, maior é a certeza de que ele funcionará conforme foi planejado. A minha defesa é que, quanto mais auditoria, melhores serão os resultados”, explicou o almirante.



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O ex-comandante da Marinha almirante Almir Garnier negou em interrogatório no Supremo Tribunal Federal (STF) que tenha colocado tropas da força à disposição do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para uma tentativa de golpe de Estado.

Garnier afirmou que a única preocupação de Bolsonaro era com a segurança dos quartéis, diante da presença de manifestantes nas imediações.

Ele também negou ao ministro Luiz Fux que tenha colocada a Marinha à disposição do ex-presidente: “Nunca usei essa expressão”.

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O almirante também confirmou a realização de uma reunião com os comandantes das Forças Armadas, mas negou que o encontro tenha tratado de uma minuta golpista.

“Eu não me recordo que ele [Bolsonaro] tenha dito isso nessa reunião [sobre colocar à disposição tropas da Marinha]. O brigadeiro Batista Júnior não estava presente. Eu não falei que colocaria as tropas da Marinha à disposição. O presidente expôs preocupações e análises, mais do que propriamente ideias de conduzir algo. A preocupação era com a segurança pública [com as pessoas nos quartéis]”, destacou.

Garnier também declarou não ser crítico das urnas eletrônicas, mas defendeu que é legítimo, dentro da democracia, expressar opiniões. Segundo ele, a busca por maior transparência nos processos eleitorais fortalece a confiança e garante transições pacíficas.

“O que defendi é que, quanto mais transparentes os processos, maiores serão as garantias de transições pacíficas. Além de oficial da Marinha, fui gerente de projetos, tenho conhecimento em tecnologia. Sei que, quanto mais auditorias e verificações um sistema passa, maior é a certeza de que ele funcionará conforme foi planejado. A minha defesa é que, quanto mais auditoria, melhores serão os resultados”, explicou o almirante.

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