Bolsonaro era ‘centro decisório’ e ‘principal destinatário’ das ações da ‘Abin paralela’, segundo relatório da PF – Jovem Pan

A PF indica que Jair Bolsonaro era o principal beneficiário de atividades clandestinas da Abin, levantando questões sobre espionagem política.

WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO
DF – EDUARDO BOLSONARO/STF/INQUÉRITO/JAIR BOLSONARO/DEPOIMENTO – POLÍTICA – O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) fala com a imprensa ao deixar a sede da Polícia Federal em Brasília, nesta quinta-feira (5), após prestar depoimento em um inquérito que apura a atuação do deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) nos Estados Unidos contra autoridades brasileiras. Jair Bolsonaro confirmou que depositou, em maio, R$ 2 milhões para o filho Eduardo se sustentar no país, onde promove uma campanha contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele negou, contudo, que as sanções que o governo americano estuda aplicar ao magistrado sejam consequência da atuação da família. 05/06/2025 – Foto: WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO

Em relatório apresentado ao Supremo Tribunal Federal (STF), a Polícia Federal disse que o ex-presidente Jair Bolsonaro era o “principal destinatário do produto das ações clandestinas e da instrumentalização da Abin”. “Ao tempo, dirigida por Alexandre Ramagem conforme se depreende das próprias anotações do então Diretor da Abin”, completa o documento. Apesar de sua implicação, Bolsonaro não foi indiciado, pois já enfrenta um processo no STF relacionado a uma suposta trama golpista. A decisão sobre eventuais novas acusações ficará a cargo da Procuradoria-Geral da República (PGR).

A investigação teve início após a descoberta da aquisição de um sistema de espionagem pela agência, que visava monitorar alvos específicos. Os documentos encontrados com Ramagem continham referências diretas a Bolsonaro, com títulos como “Bom dia Presidente” e “PR Presidente”, evidenciando a conexão.

Segundo a PF, as operações clandestinas foram realizadas com o intuito de garantir vantagens políticas, incluindo ataques a adversários e ao sistema eleitoral.  A revelação das ações da Abin paralela levanta questões sobre a utilização de recursos públicos para fins pessoais e políticos. A PF continua a apurar os detalhes do caso, que pode ter implicações significativas para o ex-presidente e para a integridade das instituições brasileiras.

*Reportagem produzida com auxílio de IA



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A PF indica que Jair Bolsonaro era o principal beneficiário de atividades clandestinas da Abin, levantando questões sobre espionagem política.

WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDOBolsonaro diz na PF que fez Pix de R$ 2 milhões para Eduardo nos EUA e reclama de perseguição
DF – EDUARDO BOLSONARO/STF/INQUÉRITO/JAIR BOLSONARO/DEPOIMENTO – POLÍTICA – O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) fala com a imprensa ao deixar a sede da Polícia Federal em Brasília, nesta quinta-feira (5), após prestar depoimento em um inquérito que apura a atuação do deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) nos Estados Unidos contra autoridades brasileiras. Jair Bolsonaro confirmou que depositou, em maio, R$ 2 milhões para o filho Eduardo se sustentar no país, onde promove uma campanha contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele negou, contudo, que as sanções que o governo americano estuda aplicar ao magistrado sejam consequência da atuação da família. 05/06/2025 – Foto: WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO

Em relatório apresentado ao Supremo Tribunal Federal (STF), a Polícia Federal disse que o ex-presidente Jair Bolsonaro era o “principal destinatário do produto das ações clandestinas e da instrumentalização da Abin”. “Ao tempo, dirigida por Alexandre Ramagem conforme se depreende das próprias anotações do então Diretor da Abin”, completa o documento. Apesar de sua implicação, Bolsonaro não foi indiciado, pois já enfrenta um processo no STF relacionado a uma suposta trama golpista. A decisão sobre eventuais novas acusações ficará a cargo da Procuradoria-Geral da República (PGR).

A investigação teve início após a descoberta da aquisição de um sistema de espionagem pela agência, que visava monitorar alvos específicos. Os documentos encontrados com Ramagem continham referências diretas a Bolsonaro, com títulos como “Bom dia Presidente” e “PR Presidente”, evidenciando a conexão.

Segundo a PF, as operações clandestinas foram realizadas com o intuito de garantir vantagens políticas, incluindo ataques a adversários e ao sistema eleitoral.  A revelação das ações da Abin paralela levanta questões sobre a utilização de recursos públicos para fins pessoais e políticos. A PF continua a apurar os detalhes do caso, que pode ter implicações significativas para o ex-presidente e para a integridade das instituições brasileiras.

*Reportagem produzida com auxílio de IA

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