
O processo de fusões e federações tem surtido um efeito de contração do número de partidos no Brasil, formando blocos com agremiações de vários perfis ideológicos. Na contramão, o empresário fluminense, Marco Antonio Ramos, lançou em marçoo seu próprio partido: o Direita Brasil.
Marco Antonio Ramos, que fez carreira política no Rio de Janeiro já conseguiu autorização do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para coletar as assinaturas. Mesmo ainda não tendo conseguido juntar as 547.943 assinaturas necessárias, o idealizador do Direita Brasil, espera lançar candidatos a governador na eleição do ano que vem.
“Nossa ideia é reunir, de fato, eleitores de Direita, que estão insatisfeitos com os partidos existentes. Embora nascido no Rio, nosso objetivo mais imediato é lançar candidatos a governador nos estados. Em âmbito nacional, queremos crescer e sermos reconhecidos em todo o território como um partido de Direita. Queremos abraçar todos que se identificam com nossas pautas, sem discriminações”, afirmou Marco Antonio, de acordo com o site TV Prefeito.
O idealizador da agremiação lançou uma campanha de financiamento na internet e coleta de assinaturas, por meio de apoiadores que atuam nos estados. Ramos pretende reunir o número de assinaturas necessárias até o final deste ano.
Marco Antonio Ramos foi vereador na cidade de Iguaba Grande, município turístico da Região dos Lagos fluminense. Ramos foi ainda presidente da Câmara e secretário municipal Meio Ambiente da cidade. O empresário, que é desconhecido da política nacional, integra a Ordem Demolay, ligada à Maçonaria, voltada para o auxílio de jovens em suas necessidades básicas e educacionais.
Entre os principais objetivos Direita Brasil estão: Defesa da Pátria e da soberania nacional; privatização das estatais ineficientes; simplificação do sistema tributário; combate à corrupção; defesa da propriedade privada e dos valores tradicionais da família e da vida (é contra o aborto); combate à criminalidade, com endurecimento das leis penais; liberdade de pensamento, com base nos limites legais e de razoabilidade, entra outras medidas.
