
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), responsabilizou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a primeira-dama Janja da Silva e o Supremo Tribunal Federal (STF) pela taxação de 50% anunciada por Donald Trump sobre produtos brasileiros. A medida, que passa a valer em agosto, gerou reações políticas em todo o país.
Logo pela manhã desta quinta-feira (10), Zema afirmou nas redes sociais que “os brasileiros vão pagar a conta” da atual condução diplomática do governo federal. “Ignorar a boa diplomacia, promover perseguições, censura e ainda fazer provocações baratas vai custar caro para Minas e para o Brasil”, escreveu.
No final do dia, o governador voltou a se pronunciar sobre o tema, desta vez adotando um tom mais equilibrado. Embora tenha reforçado seu apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e mantido críticas a Lula e ao STF, Zema também condenou a ação de Trump.
“A taxação imposta pelo presidente Trump a produtos brasileiros é uma medida errada e injusta. Ela precisa, sim, ser revista porque penaliza todos os brasileiros. Gente que votou contra e a favor do Lula”, declarou.
Na publicação, o governador mineiro acrescentou: “Erros e injustiças não devem ser consertados com mais erros e injustiças”, sinalizando desaprovação tanto ao cenário político interno quanto à retaliação americana.
Zema, que vem ganhando projeção nacional e é apontado como possível adversário de Lula nas eleições presidenciais de 2026, tenta se posicionar como uma voz ponderada no debate político, mas sem perder o vínculo com a base bolsonarista.
A medida de Trump, segundo o próprio ex-presidente dos EUA, seria uma resposta ao tratamento que Jair Bolsonaro vem recebendo da Justiça brasileira, além de críticas à atuação do STF contra plataformas digitais americanas.
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