Eduardo pede a Trump que aplique maior sanção americana contra Moraes

Em um vídeo publicado nas redes sociais, o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), atualmente vivendo nos Estados Unidos, fez duras críticas ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva e a Alexandre de Moraes.

Ele apontou estar sendo alvo de perseguição política e pediu apoio internacional, incluindo a aplicação de sanções graves por parte do governo norte-americano.

Eduardo afirmou que está nos EUA devido à tentativa de apreensão de seu passaporte pela Justiça brasileira, o que o forçou ao exílio.

“Eles estão fazendo isso novamente como fizeram há alguns meses, quando pediram para a juíza maluca Alicia Jim apreender meu passaporte, forçando-me a viver em exílio aqui nos Estados Unidos”, disse.

O parlamentar apontou que há um movimento para pedir sua prisão, com o objetivo de eliminar a oposição nas eleições de 2026. “Estão pedindo minha prisão porque querem uma eleição no próximo ano sem a participação de uma oposição real. Essa é a chave para permanecerem no poder para sempre, como Nicolás Maduro na Venezuela”, declarou.

Ao comentar sobre as tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos ao Brasil, Eduardo criticou a reação do governo brasileiro. “Como se pode responder a tarifas com prisão? Não há justificativa para isso. Isso mostra que Lula e Alexandre consideram os Estados Unidos uma organização criminosa”, argumentou.

O deputado também mencionou a presença do vice-presidente Geraldo Alckmin na posse do novo presidente do Irã. “Nosso vice-presidente foi à posse do novo presidente do Irã e esteve ao lado de líderes do Hamas e outros”, disse, apontando incoerência por parte do governo brasileiro nas relações internacionais.

Em outro trecho, Eduardo afirmou que o Brasil não pode mais ser considerado uma democracia. “Não há como considerar o Brasil uma democracia. Trump estava certo quando, em carta a Lula, chamou o país de regime. Em regimes, eles tentam prender quem denuncia violações de direitos humanos e perseguem a família do exilado”, afirmou, mencionando que sua família também é alvo de processos.

Ele também citou os casos de políticos aliados, como Daniel Silveira e Jair Bolsonaro. “Você tem um deputado no Brasil, Daniel Silveira, que está preso por quase 90 anos porque fez um vídeo. E Jair Bolsonaro está prestes a ser condenado a quase 40 anos de prisão, não por crime, mas porque querem limpar o caminho para outras forças políticas nas próximas eleições”, disse.

Ao final, Eduardo Bolsonaro fez um apelo ao ex-presidente dos EUA, Donald Trump, e ao secretário Marco Rubio. “Peço humildemente que apliquem o Global Magnitsky Act contra essas pessoas. Eles não são juízes ou políticos comuns, são criminosos. São pessoas corruptas que só respeitam o poder quando ele está sobre suas cabeças”, afirmou.

E concluiu: “Por favor, façam isso em nome de todos que não conseguem se defender contra esse regime e essa guerra jurídica. Deus abençoe vocês. Deus abençoe o Brasil. Deus abençoe a América”.

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Em um vídeo publicado nas redes sociais, o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), atualmente vivendo nos Estados Unidos, fez duras críticas ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva e a Alexandre de Moraes.

Ele apontou estar sendo alvo de perseguição política e pediu apoio internacional, incluindo a aplicação de sanções graves por parte do governo norte-americano.

Eduardo afirmou que está nos EUA devido à tentativa de apreensão de seu passaporte pela Justiça brasileira, o que o forçou ao exílio.

“Eles estão fazendo isso novamente como fizeram há alguns meses, quando pediram para a juíza maluca Alicia Jim apreender meu passaporte, forçando-me a viver em exílio aqui nos Estados Unidos”, disse.

O parlamentar apontou que há um movimento para pedir sua prisão, com o objetivo de eliminar a oposição nas eleições de 2026. “Estão pedindo minha prisão porque querem uma eleição no próximo ano sem a participação de uma oposição real. Essa é a chave para permanecerem no poder para sempre, como Nicolás Maduro na Venezuela”, declarou.

Ao comentar sobre as tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos ao Brasil, Eduardo criticou a reação do governo brasileiro. “Como se pode responder a tarifas com prisão? Não há justificativa para isso. Isso mostra que Lula e Alexandre consideram os Estados Unidos uma organização criminosa”, argumentou.

O deputado também mencionou a presença do vice-presidente Geraldo Alckmin na posse do novo presidente do Irã. “Nosso vice-presidente foi à posse do novo presidente do Irã e esteve ao lado de líderes do Hamas e outros”, disse, apontando incoerência por parte do governo brasileiro nas relações internacionais.

Em outro trecho, Eduardo afirmou que o Brasil não pode mais ser considerado uma democracia. “Não há como considerar o Brasil uma democracia. Trump estava certo quando, em carta a Lula, chamou o país de regime. Em regimes, eles tentam prender quem denuncia violações de direitos humanos e perseguem a família do exilado”, afirmou, mencionando que sua família também é alvo de processos.

Ele também citou os casos de políticos aliados, como Daniel Silveira e Jair Bolsonaro. “Você tem um deputado no Brasil, Daniel Silveira, que está preso por quase 90 anos porque fez um vídeo. E Jair Bolsonaro está prestes a ser condenado a quase 40 anos de prisão, não por crime, mas porque querem limpar o caminho para outras forças políticas nas próximas eleições”, disse.

Ao final, Eduardo Bolsonaro fez um apelo ao ex-presidente dos EUA, Donald Trump, e ao secretário Marco Rubio. “Peço humildemente que apliquem o Global Magnitsky Act contra essas pessoas. Eles não são juízes ou políticos comuns, são criminosos. São pessoas corruptas que só respeitam o poder quando ele está sobre suas cabeças”, afirmou.

E concluiu: “Por favor, façam isso em nome de todos que não conseguem se defender contra esse regime e essa guerra jurídica. Deus abençoe vocês. Deus abençoe o Brasil. Deus abençoe a América”.

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