

Beneficiários fluminenses do Bolsa Família recebem a parcela de julho até o dia 31, de acordo com o final do Número de Identificação Social de cada cidadão. No Estado do Rio de Janeiro, 1,5 milhão de famílias são contempladas pelo programa de transferência de renda, cujo valor médio é de R$ 662,19. O benefício começou a ser pago nesta sexta-feira (18). O Governo Federal aportou no Rio de Janeiro R$ 998,9 milhões.
Calendário de pagamento do Bolsa Família em julho de 2025
No Benefício Primeira Infância, 584,1 mil crianças de zero a seis anos recebem, em julho, um adicional de R$ 150 para cada integrante dessa faixa etária na composição familiar. O investimento federal supera R$ 82,6 milhões.
O Bolsa Família prevê outros benefícios complementares, no valor adicional de R$ 50, destinado a mais de 1 milhão de crianças e adolescentes, de sete a 18 anos; além de 36,3 mil gestantes e 14,5 mil nutrizes no território fluminense. Para esses pagamentos foram destinados R$ 52 milhões.
A capital fluminense concentra o maior número de beneficiados pelo programa no estado em julho: 478,5 mil famílias. O investimento é de R$ 313,6 milhões e valor médio de benefício é de R$ 656,59. Nova Iguaçu (122,4 mil), Duque de Caxias (100,8 mil), Belford Roxo (72,1 mil) e São Gonçalo (71 mil), são os cinco municípios com maior número de famílias contempladas neste mês.
No recorte por município, que leva em conta o valor do benefício, Varre-Sai registra o maior tíquete médio neste mês: R$ 694,79. Em seguida vêm Itaguaí (R$ 692,20), Cordeiro (R$ 686,68), Angra dos Reis (R$ 677,74) e Três Rios (R$ 676,34).
No mês de julho, 70,5 mil famílias fluminenses deixam o Bolsa Família porque registram aumento da renda familiar, por contratação empregatícia ou por se tornarem empreendedores. Ao todo, 39,2 mil encerram o prazo de dois anos na Regra de Proteção – quando recebem metade do valor; além de 31,2 mil famílias que atingiram o limite da renda familiar previsto. No Brasil, 958 mil famílias saem do Bolsa Família neste mês, por ultrapassarem a fronteira da pobreza.
O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, celebrou o progresso financeiro das famílias contempladas pelo benefício no Rio de Janeiro e no Brasil, mas acrescentou que as famílias continuam inscritas no Cadastro Único, para que em casos emergências possam voltar a contar com o socorro do governo.
“São quase um milhão de famílias superando a pobreza neste mês no Brasil. Isso é fruto de um trabalho de qualificação profissional, de apoio ao empreendedorismo, garantindo que as pessoas tenham condição de elevar a renda.A pessoa sai do Bolsa Família, mas não do Cadastro Único. Se lá na frente perder o emprego, a renda, volta automaticamente para a proteção social, para o Bolsa Família. Mas são quase um milhão de famílias do Brasil que agora têm mais dignidade. Isso mostra que o povo do Bolsa Família quer trabalhar, quer emprego decente, quer ajudar o Brasil a crescer”, comentou o ministro.
