
Luiz Inácio Lula da Silva se encontrou neste sábado (19) com o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, para tratar do desgaste nas relações diplomáticas entre Brasil e Estados Unidos, após a revogação dos vistos americanos de ministros do Supremo Tribunal Federal. O encontro ocorreu no Palácio da Alvorada, entre o fim da manhã e o início da tarde.
Em comunicado oficial, o Palácio do Planalto classificou como “inaceitável” a decisão tomada pelo governo de Donald Trump. Lula prestou apoio aos membros do STF e afirmou que a medida foi “arbitrária e completamente sem fundamento”.
O chefe do Executivo também destacou que “nenhum tipo de intimidação ou ameaça” será capaz de abalar “a mais importante missão dos poderes e instituições nacionais, que é atuar permanentemente na defesa e preservação do Estado Democrático de Direito”.
Ainda neste sábado (19), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, desmentiu informações sobre uma possível reação econômica ao aumento das tarifas de importação anunciado pelos EUA.
“O governo brasileiro não cogita essa medida”, afirmou Haddad ao Broadcast, da Agência Estado, ao ser questionado sobre restrições a remessas de dividendos para os Estados Unidos. A declaração foi reforçada em nota publicada pelo Ministério da Fazenda na rede X (antigo Twitter).
A negativa do ministro desmonta especulações que vinham circulando nos bastidores do Planalto como resposta ao tarifaço de 50% sobre mercadorias brasileiras, previsto para entrar em vigor em 1º de agosto.
Para integrantes da equipe econômica, retaliar empresas norte-americanas seria um equívoco, já que o aumento das tarifas é visto como um movimento político pessoal do presidente Trump.
O Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, nega que o governo brasileiro esteja avaliando a adoção de medidas mais rigorosas de controle sobre os dividendos como forma de retaliação às taxas adotadas pelos Estados Unidos e reafirma que essa possibilidade não está em consideração.
— Ministério da Fazenda (@MinFazenda) July 19, 2025
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Luiz Inácio Lula da Silva se encontrou neste sábado (19) com o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, para tratar do desgaste nas relações diplomáticas entre Brasil e Estados Unidos, após a revogação dos vistos americanos de ministros do Supremo Tribunal Federal. O encontro ocorreu no Palácio da Alvorada, entre o fim da manhã e o início da tarde.
Em comunicado oficial, o Palácio do Planalto classificou como “inaceitável” a decisão tomada pelo governo de Donald Trump. Lula prestou apoio aos membros do STF e afirmou que a medida foi “arbitrária e completamente sem fundamento”.
O chefe do Executivo também destacou que “nenhum tipo de intimidação ou ameaça” será capaz de abalar “a mais importante missão dos poderes e instituições nacionais, que é atuar permanentemente na defesa e preservação do Estado Democrático de Direito”.
Ainda neste sábado (19), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, desmentiu informações sobre uma possível reação econômica ao aumento das tarifas de importação anunciado pelos EUA.
“O governo brasileiro não cogita essa medida”, afirmou Haddad ao Broadcast, da Agência Estado, ao ser questionado sobre restrições a remessas de dividendos para os Estados Unidos. A declaração foi reforçada em nota publicada pelo Ministério da Fazenda na rede X (antigo Twitter).
A negativa do ministro desmonta especulações que vinham circulando nos bastidores do Planalto como resposta ao tarifaço de 50% sobre mercadorias brasileiras, previsto para entrar em vigor em 1º de agosto.
Para integrantes da equipe econômica, retaliar empresas norte-americanas seria um equívoco, já que o aumento das tarifas é visto como um movimento político pessoal do presidente Trump.
O Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, nega que o governo brasileiro esteja avaliando a adoção de medidas mais rigorosas de controle sobre os dividendos como forma de retaliação às taxas adotadas pelos Estados Unidos e reafirma que essa possibilidade não está em consideração.
— Ministério da Fazenda (@MinFazenda) July 19, 2025
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