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A prefeitura decidiu manter o atendimento médico aos detentos de 28 presídios na cidade do Rio de Janeiro. Em ligação para o prefeito Eduardo Paes, o governador Cláudio Castro se comprometeu a normalizar os pagamentos à prefeitura na sexta-feira (01/08) pelo serviço prestado por 76 profissionais (médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, dentistas, auxiliares de saúde bucal, psiquiatras e psicólogos). A informação foi divulgada pelo jornal O Globo.
Os atendimentos seriam suspensos a partir desta terça-feira porque o município não recebia os repasses, no valor de R$ 7,7 milhões mensais, desde abril.
Segundo a prefeitura, os repasses estavam sendo feitos de forma irregular, causando um desequilíbrio nas contas da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), que precisa mensalmente pagar os salários dos profissionais e outros custos. “Nos últimos três meses, nenhum real foi repassado pelo Estado, e o município está tendo que cobrir os gastos com recursos próprios e que deveriam ser empregados na saúde da população em geral”, disse a nota da SMS.
Segundo a prefeitura, as equipes já fizeram 500 mil atendimentos desde 2020 dentro do sistema prisional, incluindo bebês que nascem de mulheres privadas de liberdade.
