‘O ministro Alexandre tem toda a nossa confiança e o nosso apoio’, disse colega de Corte, durante chegada a evento que também contou com participações de Geraldo Alckmin e Hugo Motta
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta quarta-feira (6) que a Corte não enfrenta qualquer desconforto interno após a decisão do ministro Alexandre de Moraes de decretar a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). “O ministro Alexandre tem toda a nossa confiança e o nosso apoio”, declarou Gilmar ao ser questionado por jornalistas durante um evento em Brasília. A declaração foi dada na chegada ao Fórum Saúde, promovido pela Esfera Brasil e pela farmacêutica EMS, que contou com a participação do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), do ministro da Saúde, Alexandre Padilha (PT), e do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).
Segundo Gilmar, a decisão de Moraes, embora não tenha sido previamente discutida com os demais ministros, não gerou tensão interna. A medida foi tomada após Bolsonaro aparecer em vídeo durante manifestações no domingo (3), o que descumpriu determinação judicial que proibia o ex-presidente de utilizar redes sociais, direta ou indiretamente. A ordem de prisão motivou reações de aliados do ex-presidente, que afirmam haver perseguição política. O episódio também resultou na obstrução dos trabalhos no Congresso Nacional pela oposição nesta terça-feira (5), primeiro dia útil após o recesso parlamentar.
Gilmar também criticou a reação do governo dos Estados Unidos, que aplicou a chamada Lei Magnitsky contra Moraes. O dispositivo permite sanções a estrangeiros acusados de corrupção ou violação de direitos humanos. “O que não é normal é tentar usar tarifas para obter mudanças institucionais. Isso é claramente repudiável e afeta a soberania dos países”, afirmou o ministro, referindo-se à justificativa do presidente americano, Donald Trump, que atrelou sanções ao tratamento dado a Bolsonaro no Brasil.
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No fim de julho, o governo Trump impôs uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros e anunciou sanções contra Moraes. Gilmar considerou “impensável” que um país tente interferir no funcionamento de cortes constitucionais de outra nação por meio de medidas comerciais ou diplomáticas.
Publicado por Felipe Dantas
*Reportagem produzida com auxílio de IA
‘O ministro Alexandre tem toda a nossa confiança e o nosso apoio’, disse colega de Corte, durante chegada a evento que também contou com participações de Geraldo Alckmin e Hugo Motta
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta quarta-feira (6) que a Corte não enfrenta qualquer desconforto interno após a decisão do ministro Alexandre de Moraes de decretar a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). “O ministro Alexandre tem toda a nossa confiança e o nosso apoio”, declarou Gilmar ao ser questionado por jornalistas durante um evento em Brasília. A declaração foi dada na chegada ao Fórum Saúde, promovido pela Esfera Brasil e pela farmacêutica EMS, que contou com a participação do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), do ministro da Saúde, Alexandre Padilha (PT), e do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).
Segundo Gilmar, a decisão de Moraes, embora não tenha sido previamente discutida com os demais ministros, não gerou tensão interna. A medida foi tomada após Bolsonaro aparecer em vídeo durante manifestações no domingo (3), o que descumpriu determinação judicial que proibia o ex-presidente de utilizar redes sociais, direta ou indiretamente. A ordem de prisão motivou reações de aliados do ex-presidente, que afirmam haver perseguição política. O episódio também resultou na obstrução dos trabalhos no Congresso Nacional pela oposição nesta terça-feira (5), primeiro dia útil após o recesso parlamentar.
Gilmar também criticou a reação do governo dos Estados Unidos, que aplicou a chamada Lei Magnitsky contra Moraes. O dispositivo permite sanções a estrangeiros acusados de corrupção ou violação de direitos humanos. “O que não é normal é tentar usar tarifas para obter mudanças institucionais. Isso é claramente repudiável e afeta a soberania dos países”, afirmou o ministro, referindo-se à justificativa do presidente americano, Donald Trump, que atrelou sanções ao tratamento dado a Bolsonaro no Brasil.
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No fim de julho, o governo Trump impôs uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros e anunciou sanções contra Moraes. Gilmar considerou “impensável” que um país tente interferir no funcionamento de cortes constitucionais de outra nação por meio de medidas comerciais ou diplomáticas.
Publicado por Felipe Dantas
*Reportagem produzida com auxílio de IA
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