Zema pedirá autorização para visitar Bolsonaro

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), declarou nesta segunda-feira (11) que pretende solicitar autorização para se encontrar com o ex-presidente Bolsonaro, na capital federal. A fala ocorreu após sua participação no 24º Congresso Brasileiro do Agronegócio.

Durante o evento, Zema comentou as ações adotadas pelo governo mineiro para amenizar o impacto das tarifas de importação impostas pelos Estados Unidos. Ele atribuiu a responsabilidade ao governo Lula (PT), chamando o aumento de impostos de “tarifaço” e acusando o Executivo federal de favorecer a China.

“O governo federal, que foi quem causou esse imbróglio, esse problema, é quem precisa estar socorrendo os setores afetados. […] O Brasil, no passado, era um país que se relacionava bem com o mundo todo e, infelizmente, nesse governo Lula, nós estamos vendo uma tendenciosidade que nunca havia acontecido, uma agressão gratuita”, declarou.

Cotado como possível candidato à Presidência em 2026, Zema também criticou o comportamento de Lula diante da crise comercial com os EUA.

“O que nós vimos aqui foi um presidente que ficou ironizando, que ficou aumentando o tom da crítica, piorando o ambiente de negócios. […] Cliente a gente paparica, a gente não critica, não briga, não. Se fosse um presidente bom ele teria ido lá [Estados Unidos] antes do jornal ter publicado a medida”, afirmou.

No mesmo discurso, o governador condenou a postura do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que defende novas sanções norte-americanas contra o Brasil:

“O interesse de um país, de milhares de empresas, de milhões de trabalhadores, tem de estar em primeiro lugar. Nenhum país pode receber retaliação por causa de uma pessoa, qualquer que seja essa pessoa.” (Foto: reprodução; Fonte: SBTNews)

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“O governo federal, que foi quem causou esse imbróglio, esse problema, é quem precisa estar socorrendo os setores afetados. […] O Brasil, no passado, era um país que se relacionava bem com o mundo todo e, infelizmente, nesse governo Lula, nós estamos vendo uma tendenciosidade que nunca havia acontecido, uma agressão gratuita”, declarou.

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