Piquet comemora aniversário com camisa de Bolsonaro

O tricampeão mundial de Fórmula 1 Nelson Piquet marcou a celebração de seus 73 anos, no último domingo (17 de agosto de 2025), com um gesto que reacendeu discussões políticas.

Durante a comemoração, o ex-piloto vestiu uma camisa estampada com o rosto do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), conforme imagens compartilhadas no perfil de Marcelo Piquet, seu sobrinho.

A foto, que rapidamente ganhou destaque nas redes sociais, atraiu comentários de fãs e apoiadores de Bolsonaro, reforçando a imagem de Piquet como um defensor público do político.

Conforme registrado, Piquet já demonstrou apoio ao ex-presidente em ocasiões anteriores, como quando conduziu o carro presidencial no feriado de 7 de Setembro de 2021.

A escolha da vestimenta durante seu aniversário, realizada no Rio de Janeiro, cidade natal do ex-automobilista, reflete a continuidade de sua postura política, que frequentemente gera tanto aplausos quanto críticas.

Perfil
Nascido em 17 de agosto de 1952, Nelson Piquet Souto Maior é uma lenda do automobilismo brasileiro, consagrado como tricampeão mundial de Fórmula 1 nos anos de “1981, 1983 e 1987”.

Considerado um dos maiores pilotos da história da categoria, segundo avaliações de prestígio no automobilismo, Piquet construiu uma carreira marcada por conquistas notáveis. Antes de brilhar nas pistas, ele teve uma breve incursão no tênis, mas logo se dedicou ao kart, escondendo sua paixão do pai para evitar desaprovação.

Sua trajetória no automobilismo começou a ganhar forma com o título brasileiro de kart em “1971-1972” e a vitória no campeonato de Fórmula V em 1976. Na Europa, Piquet alcançou feitos impressionantes, como o recorde de vitórias na Fórmula 3 Britânica em 1978, superando o marco histórico de Jackie Stewart.

Sua estreia na Fórmula 1 ocorreu no mesmo ano pela equipe Ensign, seguida por passagens pela McLaren e Brabham. Foi na Brabham que ele conquistou seu primeiro título mundial em 1981, após ser vice-campeão em 1980.

Apesar de um 1982 sem disputa pelo título, Piquet voltou ao topo em 1983, garantindo seu segundo campeonato. Seu divisor de águas foi a mudança para a equipe Williams em 1986, onde competiu intensamente pelo título até a última corrida na Austrália, terminando em terceiro.

Em 1987, após uma disputa acirrada com seu companheiro Nigel Mansell, Piquet assegurou seu terceiro e último campeonato. Após a Williams, Piquet correu pela Lotus (1988-1989), onde obteve 3 pódios em 1988, terminando em 6º na temporada com 22 pontos e o 4º lugar como melhor resultado em 1989, terminando em oitavo com 12 pontos.

Na Benetton, entre 1990 e 1991, ele venceu três corridas – Japão e Austrália em 1990, e Canadá em 1991 – antes de se aposentar.

Após deixar a Fórmula 1, Piquet tentou competir nas 500 Milhas de Indianápolis em 1992 e 1993 e participou das 24 Horas de Le Mans em 1996 e 1997. Ao longo de sua carreira, acumulou “208 GPs disputados (204 largadas)”, “23 vitórias”, “60 pódios”, “485.5 pontos” e “24 pole positions”.

Além de sua trajetória nas pistas, Piquet é pai de sete filhos: Geraldo, Nelsinho, Kelly, Julia, Pedro, Marco e Laszlo, de diferentes relacionamentos, conforme detalhado em sua biografia.

Sua vida pessoal e escolhas políticas, como o apoio explícito a Bolsonaro, continuam a colocá-lo no centro das atenções, mesmo após o fim de sua carreira esportiva.

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O tricampeão mundial de Fórmula 1 Nelson Piquet marcou a celebração de seus 73 anos, no último domingo (17 de agosto de 2025), com um gesto que reacendeu discussões políticas.

Durante a comemoração, o ex-piloto vestiu uma camisa estampada com o rosto do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), conforme imagens compartilhadas no perfil de Marcelo Piquet, seu sobrinho.

A foto, que rapidamente ganhou destaque nas redes sociais, atraiu comentários de fãs e apoiadores de Bolsonaro, reforçando a imagem de Piquet como um defensor público do político.

Conforme registrado, Piquet já demonstrou apoio ao ex-presidente em ocasiões anteriores, como quando conduziu o carro presidencial no feriado de 7 de Setembro de 2021.

A escolha da vestimenta durante seu aniversário, realizada no Rio de Janeiro, cidade natal do ex-automobilista, reflete a continuidade de sua postura política, que frequentemente gera tanto aplausos quanto críticas.

Perfil
Nascido em 17 de agosto de 1952, Nelson Piquet Souto Maior é uma lenda do automobilismo brasileiro, consagrado como tricampeão mundial de Fórmula 1 nos anos de “1981, 1983 e 1987”.

Considerado um dos maiores pilotos da história da categoria, segundo avaliações de prestígio no automobilismo, Piquet construiu uma carreira marcada por conquistas notáveis. Antes de brilhar nas pistas, ele teve uma breve incursão no tênis, mas logo se dedicou ao kart, escondendo sua paixão do pai para evitar desaprovação.

Sua trajetória no automobilismo começou a ganhar forma com o título brasileiro de kart em “1971-1972” e a vitória no campeonato de Fórmula V em 1976. Na Europa, Piquet alcançou feitos impressionantes, como o recorde de vitórias na Fórmula 3 Britânica em 1978, superando o marco histórico de Jackie Stewart.

Sua estreia na Fórmula 1 ocorreu no mesmo ano pela equipe Ensign, seguida por passagens pela McLaren e Brabham. Foi na Brabham que ele conquistou seu primeiro título mundial em 1981, após ser vice-campeão em 1980.

Apesar de um 1982 sem disputa pelo título, Piquet voltou ao topo em 1983, garantindo seu segundo campeonato. Seu divisor de águas foi a mudança para a equipe Williams em 1986, onde competiu intensamente pelo título até a última corrida na Austrália, terminando em terceiro.

Em 1987, após uma disputa acirrada com seu companheiro Nigel Mansell, Piquet assegurou seu terceiro e último campeonato. Após a Williams, Piquet correu pela Lotus (1988-1989), onde obteve 3 pódios em 1988, terminando em 6º na temporada com 22 pontos e o 4º lugar como melhor resultado em 1989, terminando em oitavo com 12 pontos.

Na Benetton, entre 1990 e 1991, ele venceu três corridas – Japão e Austrália em 1990, e Canadá em 1991 – antes de se aposentar.

Após deixar a Fórmula 1, Piquet tentou competir nas 500 Milhas de Indianápolis em 1992 e 1993 e participou das 24 Horas de Le Mans em 1996 e 1997. Ao longo de sua carreira, acumulou “208 GPs disputados (204 largadas)”, “23 vitórias”, “60 pódios”, “485.5 pontos” e “24 pole positions”.

Além de sua trajetória nas pistas, Piquet é pai de sete filhos: Geraldo, Nelsinho, Kelly, Julia, Pedro, Marco e Laszlo, de diferentes relacionamentos, conforme detalhado em sua biografia.

Sua vida pessoal e escolhas políticas, como o apoio explícito a Bolsonaro, continuam a colocá-lo no centro das atenções, mesmo após o fim de sua carreira esportiva.

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