
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), expressou duras críticas às articulações políticas do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) com o governo do presidente americano Donald Trump.
Em entrevista concedida à CNN Brasil no sábado (16), Zema destacou que os interesses do Brasil, representando seus 210 milhões de habitantes, devem estar acima de qualquer ‘agenda pessoal’.
“Nós estamos falando, de um lado, de 210 milhões de brasileiros. Será que alguém é mais importante do que esta nação? Na minha opinião, há um erro caso você conduza a questão nesse sentido, 1º deve vir o Brasil”, declarou o governador.
O deputado manifestou recentemente a expectativa de que os EUA intensifiquem punições a autoridades brasileiras ou elevem as tarifas sobre produtos nacionais, atualmente em 50%.
As declarações de Zema vieram após um evento em São Paulo, onde ele lançou sua pré-candidatura à Presidência da República para as eleições de 2026, sinalizando sua intenção de se posicionar como uma liderança no cenário político nacional.
Durante a conversa com jornalistas após o evento, Zema abordou o panorama da direita política no Brasil, que apresenta múltiplas pré-candidaturas para 2026. Ele demonstrou otimismo sobre a possibilidade de convergência entre os nomes do campo conservador.
“O cenário que eu vejo é a direita caminhar com vários pré-candidatos e lá na frente, no 2º turno, todos estarão juntos”, afirmou, destacando a importância da união para fortalecer a oposição.
O governador também reconheceu o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), inelegível até 2030 e réu por suposta ‘tentativa de golpe de Estado’, como “o maior nome da direita” no país, reforçando sua relevância no espectro político.
Zema não poupou críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF), alinhando-se a Bolsonaro ao expressar solidariedade ao ex-presidente. Ele acusou alguns ministros da Corte de praticarem perseguição política.
“Me solidarizo com ele [Bolsonaro] e vejo que há no Brasil essa perseguição política em que parece que alguns ministros do Supremo, em vez de se dedicar a questões grandes, se dedicam a seguir adversários políticos do governo, e pior, fazendo coisas totalmente abomináveis em termos jurídicos”, declarou.
A pré-candidatura de Zema para 2026, anunciada em São Paulo, marca sua entrada oficial na disputa presidencial, com um discurso que busca equilibrar unidade política e defesa dos interesses nacionais. (Foto: reprodução; Fonte: Poder360)
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O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), expressou duras críticas às articulações políticas do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) com o governo do presidente americano Donald Trump.
Em entrevista concedida à CNN Brasil no sábado (16), Zema destacou que os interesses do Brasil, representando seus 210 milhões de habitantes, devem estar acima de qualquer ‘agenda pessoal’.
“Nós estamos falando, de um lado, de 210 milhões de brasileiros. Será que alguém é mais importante do que esta nação? Na minha opinião, há um erro caso você conduza a questão nesse sentido, 1º deve vir o Brasil”, declarou o governador.
O deputado manifestou recentemente a expectativa de que os EUA intensifiquem punições a autoridades brasileiras ou elevem as tarifas sobre produtos nacionais, atualmente em 50%.
As declarações de Zema vieram após um evento em São Paulo, onde ele lançou sua pré-candidatura à Presidência da República para as eleições de 2026, sinalizando sua intenção de se posicionar como uma liderança no cenário político nacional.
Durante a conversa com jornalistas após o evento, Zema abordou o panorama da direita política no Brasil, que apresenta múltiplas pré-candidaturas para 2026. Ele demonstrou otimismo sobre a possibilidade de convergência entre os nomes do campo conservador.
“O cenário que eu vejo é a direita caminhar com vários pré-candidatos e lá na frente, no 2º turno, todos estarão juntos”, afirmou, destacando a importância da união para fortalecer a oposição.
O governador também reconheceu o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), inelegível até 2030 e réu por suposta ‘tentativa de golpe de Estado’, como “o maior nome da direita” no país, reforçando sua relevância no espectro político.
Zema não poupou críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF), alinhando-se a Bolsonaro ao expressar solidariedade ao ex-presidente. Ele acusou alguns ministros da Corte de praticarem perseguição política.
“Me solidarizo com ele [Bolsonaro] e vejo que há no Brasil essa perseguição política em que parece que alguns ministros do Supremo, em vez de se dedicar a questões grandes, se dedicam a seguir adversários políticos do governo, e pior, fazendo coisas totalmente abomináveis em termos jurídicos”, declarou.
A pré-candidatura de Zema para 2026, anunciada em São Paulo, marca sua entrada oficial na disputa presidencial, com um discurso que busca equilibrar unidade política e defesa dos interesses nacionais. (Foto: reprodução; Fonte: Poder360)
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