O Itamaraty sob Lula


Em artigo publicado na Edição 284 da Revista Oeste, Augusto Nunes mostra, por meio de um apanhado histórico do Brasil, o destino que o país tomou sob o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

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“Se tivesse juízo”, escreve Augusto Nunes, “o Brasil não teria inventado, além do brasileiro, o analista de juiz de futebol, o jurado de escola de samba, o flanelinha, o guerrilheiro que não sabe a diferença entre o cano e o gatilho, o despachante, a tomada de três pinos, o senador biônico ou Geraldo Alckmin.”

Luiz Inácio Lula da Silva (2007) | Foto: Ricardo Stuckert /Presidência da República

A vitória de Lula

Apesar de todos os desequilíbrios, o Brasil conseguiu liderar, de janeiro de 1995 a dezembro de 2002, a América do Sul com sensatez. Era uma época em que a diplomacia mantinha a política externa a serviço dos interesses nacionais. Naqueles anos, o presidente era Fernando Henrique Cardoso. “A coisa começaria a desandar com a vitória de Lula na eleição presidencial de 2002”, escreveu Augusto.

Leia o trecho do artigo “Fim de linha (parte 1)”

“Nos dois primeiros mandatos de Lula, o Brasil suportou com passividade bovina bofetadas desferidas pela Argentina e pela Bolívia. Hostilizou a Colômbia democrática enquanto afagava os narcoterroristas das FARC. Curvou-se aos caprichos e vontades da Venezuela bolivariana. E deixou voluntariamente de ser sinuelo para virar mais um no rebanho. Simultaneamente, fantasiou-se de “potência emergente” para intrometer-se em assuntos internos de outras nações que não têm tempo a perder com anões diplomáticos. Reduzido a braço internacional da seita lulopetista, o Itamaraty não perdeu nenhuma chance de escolher o lado errado. Entre os Estados Unidos e qualquer obscenidade que se opusesse ao imperialismo ianque, preferiu invariavelmente a segunda opção. Subordinado aos napoleões de hospício que proliferam nos grotões cucarachas, Lula rebaixou a embaixada em Honduras a Pensão do Companheiro Manuel Zelaya. Para prestar vassalagem a Fidel Castro, não enxergou diferenças entre os bandidos encarcerados em São Paulo e os dissidentes trancafiados nas masmorras da ilha-presídio.

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Revista Oeste

A Edição 284 da Revista Oeste vai além do artigo de Augusto Nunes. A publicação digital conta com reportagens especiais e artigos de Adalberto Piotto, Cristyan Costa, Silvio Navarro, Ana Paula Henkel, Alexandre Garcia, Rodrigo Constantino, Loriane Comeli, Flávio Gordon, Guilherme Fuiza, Eugênio Goussinsky, Miriam Sanger, Carlo Cauti, Dagomir Marquezi, Frank Furedi, John Stossel e Daniela Giorno.

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