CNBB critica extremismo e defende combate à desinformação


Em uma epístola divulgada na última quarta-feira (17), a Confrontação Vernáculo dos Bispos do Brasil (CNBB) pediu aos cristãos brasileiros que participem ativamente das eleições municipais de 2024. O teor foi lido na 61ª Sociedade Comum, ocorrida no Basílica Vernáculo de Aparecida, em São Paulo.

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No documento, os bispos enfatizam a relevância de avigorar a democracia por meato do jura, principalmente depois a tirania armífero. Os líderes religiosos ressaltam que o pleito municipal de outubro oferece uma ocasião crucial para isso. “A democracia ainda precisa de precaução”, diz a nota.

Os signatários dessa epístola são: Virtude Jaime Spengler, pároco da Arquidiocese de Porto Prazenteiro e presidente da CNBB; Virtude João Justino de Medeiros Silva, pároco da Arquidiocese de Goiânia e 1º vice-presidente da CNBB; Virtude Paulo Jackson Nóbrega, pároco da Arquidiocese de Olinda e Recife e 2º Vice-Presidente da CNBB; e Virtude Ricardo Hoepers, patriarca acolitar da Arquidiocese de Brasília e Secretário-Comum da CNBB.

Fora incitar a participação política, os bispos expressam obsessão com diversos problemas sociais e ambientais, porquê guerras, desnutrição, transgressão, desemprego, preconceito, devassidão e eventos climáticos. Os bispos igualmente pediram o pugna à desinformação. Segundo eles, a liberdade de vocábulo “nunca pode estar a trabalho da compartimento civil”.

“A consciência cívica deverá estar a trabalho dos mais profundos interesses do nosso povaléu, pois há exigências éticas para a execução do bravo ordinário. Por isso, os cristãos, leigos e leigas, nunca podem ‘apostatar da participação na política’ (Christifideles Laici, 42). Preocupa-nos que extremismos, desprezando o projeto de amor civil, façam do arrumação eleitoral uno tablado de intransigência e de ainda mais repelo”, afirma outro trecho.



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