
O senador Magno Malta (PL-ES) apresentou nessa terça-feira (2) um projeto de lei que institui o “Dia Nacional da Vergonha” em alusão ao início do julgamento do ex-presidente Bolsonaro (PL), acusado de tentar articular um suposto ‘golpe de Estado’.
De acordo com o parlamentar, a proposta não tem caráter de punição ou revanchismo, mas pretende abrir espaço para um exercício coletivo de memória e análise crítica.
“É um convite a olhar para o passado recente com honestidade, reconhecer erros cometidos e fortalecer o compromisso com a verdade, a justiça e a democracia”, afirmou em nota.
No documento, Malta argumenta que a ação contra Bolsonaro carece de provas consistentes e está apoiada em “narrativas políticas”. O projeto ainda precisa passar pela avaliação das comissões do Senado antes de chegar ao plenário. Se for aprovado pelo Congresso, o dia 2 de setembro entrará oficialmente no calendário nacional.
Mais cedo, o senador participou de uma audiência pública da Comissão de Segurança Pública, que contou com a presença do perito Eduardo Tagliaferro, ex-assessor do ministro Alexandre de Moraes no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
No encontro, Tagliaferro declarou que houve “abusos de poder, usurpação de competências e montagem de provas” durante a apuração conduzida sobre os atos de 8 de janeiro. (Foto: reprodução vídeo; Fonte: Poder360)
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O senador Magno Malta (PL-ES) apresentou nessa terça-feira (2) um projeto de lei que institui o “Dia Nacional da Vergonha” em alusão ao início do julgamento do ex-presidente Bolsonaro (PL), acusado de tentar articular um suposto ‘golpe de Estado’.
De acordo com o parlamentar, a proposta não tem caráter de punição ou revanchismo, mas pretende abrir espaço para um exercício coletivo de memória e análise crítica.
“É um convite a olhar para o passado recente com honestidade, reconhecer erros cometidos e fortalecer o compromisso com a verdade, a justiça e a democracia”, afirmou em nota.
No documento, Malta argumenta que a ação contra Bolsonaro carece de provas consistentes e está apoiada em “narrativas políticas”. O projeto ainda precisa passar pela avaliação das comissões do Senado antes de chegar ao plenário. Se for aprovado pelo Congresso, o dia 2 de setembro entrará oficialmente no calendário nacional.
Mais cedo, o senador participou de uma audiência pública da Comissão de Segurança Pública, que contou com a presença do perito Eduardo Tagliaferro, ex-assessor do ministro Alexandre de Moraes no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
No encontro, Tagliaferro declarou que houve “abusos de poder, usurpação de competências e montagem de provas” durante a apuração conduzida sobre os atos de 8 de janeiro. (Foto: reprodução vídeo; Fonte: Poder360)
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