PT pede para Moraes investigar Tarcísio por atuação em defesa da anistia

O deputado federal Rui Falcão (PT-SP) ingressou no Supremo Tribunal Federal (STF) com uma representação contra o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

O parlamentar acusa o chefe do Executivo paulista de tentativa de obstrução de Justiça por conta de sua atuação nas articulações em Brasília em defesa da anistia a condenados pelos atos de 8 de janeiro.

No documento, protocolado na terça-feira (3), Falcão solicita que a Corte imponha medidas restritivas a Tarcísio, como retenção do passaporte, proibição de sair do país sem autorização judicial, impedimento de manter contato com investigados ou réus e obrigação de evitar qualquer ação que possa configurar “pressão indevida” sobre o tribunal.

 

Segundo a representação, “a presença de Tarcísio em Brasília visava mobilizar apoio parlamentar para uma anistia ampla, como pedágio para viabilizar a sua candidatura [à presidência] com o apoio da extrema-direita que está irresignada com o julgamento de seu líder”.

O texto afirma ainda que o episódio “vai além da liberdade de expressão ou de atuação política, pois consiste em interferência direta na jurisdição, tentando fragilizar a autoridade da Corte”.

A petição foi encaminhada ao ministro Alexandre de Moraes, relator das ações que tratam da tentativa de golpe de Estado. Até o momento, ele não se pronunciou sobre o pedido. (Foto: Governo de SP; Fonte: Folha de SP)

 

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O deputado federal Rui Falcão (PT-SP) ingressou no Supremo Tribunal Federal (STF) com uma representação contra o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

O parlamentar acusa o chefe do Executivo paulista de tentativa de obstrução de Justiça por conta de sua atuação nas articulações em Brasília em defesa da anistia a condenados pelos atos de 8 de janeiro.

No documento, protocolado na terça-feira (3), Falcão solicita que a Corte imponha medidas restritivas a Tarcísio, como retenção do passaporte, proibição de sair do país sem autorização judicial, impedimento de manter contato com investigados ou réus e obrigação de evitar qualquer ação que possa configurar “pressão indevida” sobre o tribunal.

 

Segundo a representação, “a presença de Tarcísio em Brasília visava mobilizar apoio parlamentar para uma anistia ampla, como pedágio para viabilizar a sua candidatura [à presidência] com o apoio da extrema-direita que está irresignada com o julgamento de seu líder”.

O texto afirma ainda que o episódio “vai além da liberdade de expressão ou de atuação política, pois consiste em interferência direta na jurisdição, tentando fragilizar a autoridade da Corte”.

A petição foi encaminhada ao ministro Alexandre de Moraes, relator das ações que tratam da tentativa de golpe de Estado. Até o momento, ele não se pronunciou sobre o pedido. (Foto: Governo de SP; Fonte: Folha de SP)

 

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