Ministro do STF lembra que a PF encontrou ‘diretrizes estratégicas’ que incluíam uma campanha de desinformação com o objetivo de desacreditar as urnas eletrônicas
Durante o julgamento da suposta trama golpista, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), detalha as evidências coletadas pela Polícia Federal na investigação sobre a suposta organização criminosa que, segundo Moraes, pretendia deslegitimar o sistema eleitoral brasileiro para se manter no poder.
Alexandre de Moraes lembra que a PF apreendeu a agenda do General Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Nela, foram encontradas “diretrizes estratégicas” que incluíam uma campanha de desinformação com o objetivo de desacreditar as urnas eletrônicas. O ministro destaca que as anotações falavam sobre uma “fraude pré-programada” e outros mecanismos para cometer fraudes.
Ainda em posse de Heleno, foram localizados relatórios de análise de urnas eletrônicas e do código-fonte do sistema. Moraes afirma que esses documentos foram utilizados para sustentar a tese de que o processo de votação não poderia ser auditado, servindo de base para uma live do ex-presidente Jair Bolsonaro.
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Moraes também menciona um documento encontrado com Alexandre Ramagem, ex-diretor da Abin, intitulado “Presidente TSE”. O ministro aponta que o conteúdo do texto, que criticava o sistema de votação e acusava o tribunal eleitoral de fraude, era “praticamente idêntico” ao discurso proferido por Bolsonaro em uma transmissão ao vivo. Moraes ressalta que o documento foi alterado apenas dois dias antes da live. O ministro conclui que as evidências revelam um esforço deliberado para espalhar desinformação e questionar o sistema eleitoral brasileiro.
“O documento ‘presidente TSE’ continha vários tópicos de argumentos contrários ao sistema eletrônico de votação e imputando fraudes à Justiça Eleitoral, exatamente idêntico ao depois dito na live [que Bolsonaro realizou em julho de 2021]. O réu confirmou a titularidade do documento, salientando, porém, que as anotações eram só para ele, particulares, uma espécie de diário, meu querido diário”, disse Moares.
Ministro do STF lembra que a PF encontrou ‘diretrizes estratégicas’ que incluíam uma campanha de desinformação com o objetivo de desacreditar as urnas eletrônicas

Durante o julgamento da suposta trama golpista, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), detalha as evidências coletadas pela Polícia Federal na investigação sobre a suposta organização criminosa que, segundo Moraes, pretendia deslegitimar o sistema eleitoral brasileiro para se manter no poder.
Alexandre de Moraes lembra que a PF apreendeu a agenda do General Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Nela, foram encontradas “diretrizes estratégicas” que incluíam uma campanha de desinformação com o objetivo de desacreditar as urnas eletrônicas. O ministro destaca que as anotações falavam sobre uma “fraude pré-programada” e outros mecanismos para cometer fraudes.
Ainda em posse de Heleno, foram localizados relatórios de análise de urnas eletrônicas e do código-fonte do sistema. Moraes afirma que esses documentos foram utilizados para sustentar a tese de que o processo de votação não poderia ser auditado, servindo de base para uma live do ex-presidente Jair Bolsonaro.
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Moraes também menciona um documento encontrado com Alexandre Ramagem, ex-diretor da Abin, intitulado “Presidente TSE”. O ministro aponta que o conteúdo do texto, que criticava o sistema de votação e acusava o tribunal eleitoral de fraude, era “praticamente idêntico” ao discurso proferido por Bolsonaro em uma transmissão ao vivo. Moraes ressalta que o documento foi alterado apenas dois dias antes da live. O ministro conclui que as evidências revelam um esforço deliberado para espalhar desinformação e questionar o sistema eleitoral brasileiro.
“O documento ‘presidente TSE’ continha vários tópicos de argumentos contrários ao sistema eletrônico de votação e imputando fraudes à Justiça Eleitoral, exatamente idêntico ao depois dito na live [que Bolsonaro realizou em julho de 2021]. O réu confirmou a titularidade do documento, salientando, porém, que as anotações eram só para ele, particulares, uma espécie de diário, meu querido diário”, disse Moares.
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