Tarcísio se manifesta após condenação de Bolsonaro: ‘penas desproporcionais’

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), saiu em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de aliados condenados no julgamento do Supremo Tribunal Federal sobre a tentativa de golpe.

Para ele, Bolsonaro e os demais envolvidos foram alvos de uma “sentença injusta” e sofreram punições que considera “desproporcionais”.

O STF fixou para Bolsonaro a maior pena entre os réus: 27 anos e três meses de prisão, além de 124 dias-multa, cada um equivalente a dois salários mínimos. O ex-presidente foi apontado como “líder da organização criminosa”.

O relator do processo, ministro Alexandre de Moraes, ponderou a idade de Bolsonaro, hoje com 70 anos, como fator para não aplicar a pena máxima.

Como lembra Tarcísio, o resultado do julgamento “já era conhecido”. Apontado como possível candidato ao Palácio do Planalto em 2026, o governador reforçou seu apoio à proposta de anistia para os envolvidos nos atos de 8 de janeiro.

Na última semana, ele percorreu gabinetes em Brasília para defender a iniciativa. Nas redes sociais, publicou que a história se encarregará de “desmontar as narrativas, e a justiça ainda prevalecerá”. Em outro momento, destacou:

“Se não se pode transigir com a impunidade, também não se pode desprezar o princípio da presunção da inocência, condenando sem provas”.

 

Bolsonaro foi considerado culpado por cinco crimes: ‘organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado democrático de Direito, dano qualificado por violência ou grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado’.

Tarcísio também endureceu o tom contra Moraes durante o ato do 7 de Setembro na avenida Paulista. Na ocasião, respondeu aos gritos de “Fora, Moraes” e afirmou:

“Ninguém aguenta mais a tirania de um ministro como Moraes”. A fala gerou reação do ministro Gilmar Mendes, que usou as redes sociais para destacar que, no Dia da Independência, é “oportuno reiterar” que a “verdadeira liberdade não nasce de ataques às instituições, mas do seu fortalecimento”. Segundo ele, “não há, no Brasil, ‘ditadura da toga’, tampouco ministros agindo como tiranos”. (Foto: EBC; Fonte: UOL)

Gostou? Compartilhe!





<

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), saiu em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de aliados condenados no julgamento do Supremo Tribunal Federal sobre a tentativa de golpe.

Para ele, Bolsonaro e os demais envolvidos foram alvos de uma “sentença injusta” e sofreram punições que considera “desproporcionais”.

O STF fixou para Bolsonaro a maior pena entre os réus: 27 anos e três meses de prisão, além de 124 dias-multa, cada um equivalente a dois salários mínimos. O ex-presidente foi apontado como “líder da organização criminosa”.

O relator do processo, ministro Alexandre de Moraes, ponderou a idade de Bolsonaro, hoje com 70 anos, como fator para não aplicar a pena máxima.

Como lembra Tarcísio, o resultado do julgamento “já era conhecido”. Apontado como possível candidato ao Palácio do Planalto em 2026, o governador reforçou seu apoio à proposta de anistia para os envolvidos nos atos de 8 de janeiro.

Na última semana, ele percorreu gabinetes em Brasília para defender a iniciativa. Nas redes sociais, publicou que a história se encarregará de “desmontar as narrativas, e a justiça ainda prevalecerá”. Em outro momento, destacou:

“Se não se pode transigir com a impunidade, também não se pode desprezar o princípio da presunção da inocência, condenando sem provas”.

 

Bolsonaro foi considerado culpado por cinco crimes: ‘organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado democrático de Direito, dano qualificado por violência ou grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado’.

Tarcísio também endureceu o tom contra Moraes durante o ato do 7 de Setembro na avenida Paulista. Na ocasião, respondeu aos gritos de “Fora, Moraes” e afirmou:

“Ninguém aguenta mais a tirania de um ministro como Moraes”. A fala gerou reação do ministro Gilmar Mendes, que usou as redes sociais para destacar que, no Dia da Independência, é “oportuno reiterar” que a “verdadeira liberdade não nasce de ataques às instituições, mas do seu fortalecimento”. Segundo ele, “não há, no Brasil, ‘ditadura da toga’, tampouco ministros agindo como tiranos”. (Foto: EBC; Fonte: UOL)

Gostou? Compartilhe!

[/gpt3]

NOTÍCIA