
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) esteve nesta quinta-feira (11) no condomínio Solar de Brasília, residência de seu pai, Jair Bolsonaro (PL), e defendeu que a resposta à condenação do ex-presidente deve ser a aprovação de uma anistia “ampla, geral e irrestrita” pelo Congresso Nacional.
Durante a visita, Flávio fez duras críticas ao julgamento no Supremo Tribunal Federal. Ele chamou o processo de “farsa” e acusou o ministro Alexandre de Moraes de ser um “psicopata”. “Não está mais nas suas faculdades mentais. É uma pessoa tresloucada, inconsequente e insana”, declarou o senador, ao criticar a exibição de um vídeo por Moraes durante o voto da ministra Cármen Lúcia, algo que classificou como “anti-regimental”.
Flávio também criticou a condução da sessão, presidida por Cristiano Zanin, afirmando que se tratava de “um teatro armado”.
Para ele, o voto de Zanin destoou de suas posições anteriores como advogado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Tudo o que sempre defendeu enquanto advogado de Lula, ele fez ao contrário hoje para condenar Bolsonaro”, afirmou.
Sobre a anistia, o parlamentar destacou que a medida deve atingir “todos os perseguidos políticos da direita” e incluir qualquer ato vinculado ao 8 de Janeiro. Segundo ele, Moraes “não vai parar por aqui” e, por isso, a iniciativa é necessária para “promover a pacificação do país”.
Flávio relatou que Jair Bolsonaro recebeu a condenação com indignação, mas segue resiliente. “O presidente Bolsonaro está firme, forte e de cabeça erguida”, disse, acrescentando que o pai vai “encarar de frente essa perseguição. A história vai mostrar que nós é que estamos do lado certo”.
O senador também comentou as eleições de 2026 e garantiu que o ex-presidente não está descartado da corrida presidencial.
“O Bolsonaro não é carta fora do baralho, está mais vivo do que nunca”, declarou. Ele ainda afirmou acreditar que a direita chegará unida ao próximo pleito e que a ausência de Bolsonaro como candidato enfraqueceria as chances de outros nomes. “Sem o apoio do Bolsonaro, caso ele não consiga ser candidato, a chance de se elegerem é muito pequena”, afirmou. (Foto: Ag. Senado; Fonte: Poder360)
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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) esteve nesta quinta-feira (11) no condomínio Solar de Brasília, residência de seu pai, Jair Bolsonaro (PL), e defendeu que a resposta à condenação do ex-presidente deve ser a aprovação de uma anistia “ampla, geral e irrestrita” pelo Congresso Nacional.
Durante a visita, Flávio fez duras críticas ao julgamento no Supremo Tribunal Federal. Ele chamou o processo de “farsa” e acusou o ministro Alexandre de Moraes de ser um “psicopata”. “Não está mais nas suas faculdades mentais. É uma pessoa tresloucada, inconsequente e insana”, declarou o senador, ao criticar a exibição de um vídeo por Moraes durante o voto da ministra Cármen Lúcia, algo que classificou como “anti-regimental”.
Flávio também criticou a condução da sessão, presidida por Cristiano Zanin, afirmando que se tratava de “um teatro armado”.
Para ele, o voto de Zanin destoou de suas posições anteriores como advogado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Tudo o que sempre defendeu enquanto advogado de Lula, ele fez ao contrário hoje para condenar Bolsonaro”, afirmou.
Sobre a anistia, o parlamentar destacou que a medida deve atingir “todos os perseguidos políticos da direita” e incluir qualquer ato vinculado ao 8 de Janeiro. Segundo ele, Moraes “não vai parar por aqui” e, por isso, a iniciativa é necessária para “promover a pacificação do país”.
Flávio relatou que Jair Bolsonaro recebeu a condenação com indignação, mas segue resiliente. “O presidente Bolsonaro está firme, forte e de cabeça erguida”, disse, acrescentando que o pai vai “encarar de frente essa perseguição. A história vai mostrar que nós é que estamos do lado certo”.
O senador também comentou as eleições de 2026 e garantiu que o ex-presidente não está descartado da corrida presidencial.
“O Bolsonaro não é carta fora do baralho, está mais vivo do que nunca”, declarou. Ele ainda afirmou acreditar que a direita chegará unida ao próximo pleito e que a ausência de Bolsonaro como candidato enfraqueceria as chances de outros nomes. “Sem o apoio do Bolsonaro, caso ele não consiga ser candidato, a chance de se elegerem é muito pequena”, afirmou. (Foto: Ag. Senado; Fonte: Poder360)
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