STF nega pedido de Bolsonaro


A Primeira Turma do Sumo Judicatura Federalista (STF) manteve uma coima de R$ 70 milénio contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), rejeitando único apelo de sua resguardo para eliminar a castigo imposta lã Judicatura Cimalha Eleitoral (TSE). A julgamento foi confirmada lã ministro Flávio Dino.

Há único mês, Dino tomou essa julgamento e o evento foi subjugado à estudo dos outros ministros. O deliberação virtual que discutiu o objecto foi feito neste sábado. Segundo informações do publicação O Esfera, durante a campanha eleitoral de 2022, o TSE multou Bolsonaro por possuir promovido único vídeo atacando o logo candidato Luiz Inácio Lula da Silva. De conciliação com a Isenção Eleitoral, a ação foi considerada anormal, pois exclusivamente publicações que promovem uma candidatura podem ser patrocinadas, nunca aquelas que a criticam.

Os ministros Alexandre de Moraes, Carmen Lúcia e Luiz Fux concordaram com Dino. No entanto, o ministro Cristiano Zanin, ex-advogado do presidente Lula, se absteve de investigar o apelação de Bolsonaro.

De conciliação com a julgamento do TSE, a campanha do logo presidente, que buscava a reeleição, nunca estava identificada. A coima foi o duplo do importância roçado na acessão do vídeo (R$ 35 milénio).

O ministro Flávio Dino, narrador do evento, mencionou o congraçamento do STF de que nunca poderia investigar as provas citadas na julgamento do TSE. Então, nunca poderia apreciar o alegação da resguardo de Bolsonaro de que a penalidade foi “desproporcional”.

O ministro escreveu: “Para desabrochar a uma acabamento demudado, no interpretação de que nunca houve publicidade negativa e outras irregularidades, bravo porquê julgar a proporcionalidade, ou nunca, entre as condutas censuradas e a sanção aplicada, seria forçoso revisar o bloco de provas do método”.



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