O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, conseguiu nesta quinta-feira, 18, a autorização para acompanhar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York. O ministro integra a comitiva presidencial que parte do Brasil no próximo domingo, 20.
Mesmo liberado para a viagem, Padilha afirmou recentemente que não estava preocupado com a documentação. “Esse negócio do visto é igual aquela música: ‘Tô nem aí’. Vocês estão mais preocupados com o visto do que eu”, afirmou o ministro.
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Durante evento realizado na última terça-feira 16, ele explicou ainda que sua participação na viagem aos EUA não estava confirmada, pois priorizava a aprovação da medida provisória do Programa Agora Tem Especialistas, cujo prazo de votação termina no próximo dia 26.

O ministro estava com o visto norte-americano vencido desde o ano passado e, em 15 de agosto, Padilha, sua mulher e filha foram incluídos em sanções pelo governo Donald Trump. O motivo foi a atuação dele no programa Mais Médicos. Padilha era ministro da Saúde em 2013, quando o governo de Dilma Rouseff implantou o projeto no Brasil, em parceria com a ditadura cubana.
Lula faz discurso de abertura na Assembleia da ONU
A delegação brasileira deve permanecer nos EUA por pelo menos quatro dias. Este ano, o encontro da ONU marca oito décadas desde sua fundação, em 1945, com a assinatura da Carta de São Francisco. Hoje, a entidade reúne 193 países e dois observadores, Palestina e Santa Sé.
O Brasil mantém a tradição de abrir os discursos na Assembleia-Geral da ONU, seguido pelos Estados Unidos. Lula será o primeiro a falar na sessão da próxima terça-feira, 23, durante a manhã.
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