
Em resposta à sugestão do deputado Paulinho da Força de alterar o teor do projeto de anistia — substituindo a ideia de uma anistia “ampla, geral e irrestrita” por um mecanismo de dosimetria de penas — o deputado Eduardo Bolsonaro (PL) fez duras críticas e sinalizou que não aceitará concessões que fragilizem a proposta original.
Em longo pronunciamento direcionado a Paulinho, Eduardo afirmou que não abriria mão da trajetória e dos riscos que afirma ter tomado “para trazer justiça e liberdade para meu povo” em troca de um acordo que qualificou como “indecoroso e infame”. O deputado também alertou para os efeitos políticos e jurídicos de uma mudança no texto do projeto.
No trecho mais contundente da declaração, Eduardo acusou adversários e eventuais negociadores de atuar em benefício do que chamou de “regime de exceção” e citou Alexandre de Moraes: “Alguém que foi posto pelo Moraes para enterrar a anistia ampla, geral e irrestrita. Pois, assim como está expresso na lei, TODO colaborador de um sancionado por violações de direitos humanos é passível das mesmas sanções.”
O parlamentar deixou claro que a versão atual da anistia “não está sob negociação” e rejeitou a hipótese de se aceitar apenas a “dosimetria das penas” em casos que, em sua visão, nasceram de “inquéritos abusivos e absolutamente inconstitucionais”. Para Eduardo, qualquer tentativa de moderar o alcance da medida equivaleria a “brincar com a vida de pessoas inocentes”.
Dirigindo-se diretamente a Paulinho, ao ex-presidente Michel Temer e a outros atores citados, o deputado advertiu contra manobras que, segundo ele, visariam impor uma paz superficial: “Vocês não irão brincar com a vida de pessoas inocentes, que são vitimas dos psicopatas que as prenderam ou tentam prendê-las injustamente.” Ele também caracterizou a proposta de “pacificação” como uma forma de manter “todos os crimes praticados por Alexandre de Moraes.”
Ao final da declaração, Eduardo adotou tom beligerante e inspirou-se em um discurso histórico para reforçar a determinação: “Lutaremos nas praias, lutaremos nos terrenos de desembarque, lutaremos nos campos e nas ruas, lutaremos nas colinas; nunca nos renderemos…” — e concluiu com a convicção de que “jamais desistiremos. Nós venceremos!”
A fala promete provocar novas reações dentro do bloco político que discute o projeto de anistia, ampliando o confronto entre parlamentares que defendem a manutenção do texto original e aqueles que propõem alterações para viabilizar um acordo mais palatável ao centro.
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Em resposta à sugestão do deputado Paulinho da Força de alterar o teor do projeto de anistia — substituindo a ideia de uma anistia “ampla, geral e irrestrita” por um mecanismo de dosimetria de penas — o deputado Eduardo Bolsonaro (PL) fez duras críticas e sinalizou que não aceitará concessões que fragilizem a proposta original.
Em longo pronunciamento direcionado a Paulinho, Eduardo afirmou que não abriria mão da trajetória e dos riscos que afirma ter tomado “para trazer justiça e liberdade para meu povo” em troca de um acordo que qualificou como “indecoroso e infame”. O deputado também alertou para os efeitos políticos e jurídicos de uma mudança no texto do projeto.
No trecho mais contundente da declaração, Eduardo acusou adversários e eventuais negociadores de atuar em benefício do que chamou de “regime de exceção” e citou Alexandre de Moraes: “Alguém que foi posto pelo Moraes para enterrar a anistia ampla, geral e irrestrita. Pois, assim como está expresso na lei, TODO colaborador de um sancionado por violações de direitos humanos é passível das mesmas sanções.”
O parlamentar deixou claro que a versão atual da anistia “não está sob negociação” e rejeitou a hipótese de se aceitar apenas a “dosimetria das penas” em casos que, em sua visão, nasceram de “inquéritos abusivos e absolutamente inconstitucionais”. Para Eduardo, qualquer tentativa de moderar o alcance da medida equivaleria a “brincar com a vida de pessoas inocentes”.
Dirigindo-se diretamente a Paulinho, ao ex-presidente Michel Temer e a outros atores citados, o deputado advertiu contra manobras que, segundo ele, visariam impor uma paz superficial: “Vocês não irão brincar com a vida de pessoas inocentes, que são vitimas dos psicopatas que as prenderam ou tentam prendê-las injustamente.” Ele também caracterizou a proposta de “pacificação” como uma forma de manter “todos os crimes praticados por Alexandre de Moraes.”
Ao final da declaração, Eduardo adotou tom beligerante e inspirou-se em um discurso histórico para reforçar a determinação: “Lutaremos nas praias, lutaremos nos terrenos de desembarque, lutaremos nos campos e nas ruas, lutaremos nas colinas; nunca nos renderemos…” — e concluiu com a convicção de que “jamais desistiremos. Nós venceremos!”
A fala promete provocar novas reações dentro do bloco político que discute o projeto de anistia, ampliando o confronto entre parlamentares que defendem a manutenção do texto original e aqueles que propõem alterações para viabilizar um acordo mais palatável ao centro.
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