Relator da ‘dosimetria’ diz que terá de repensar ‘tudo’ após novas sanções dos EUA




O relator do projeto de anistia (que virou dosimetria) na Câmara dos Deputados, Paulinho da Força (Solidariedade-SP), reconheceu nesta segunda-feira (22) que as novas sanções impostas pelos Estados Unidos contra pessoas ligadas a Alexandre de Moraes devem afetar diretamente o andamento da proposta no Legislativo.

O governo Donald Trump anunciou a inclusão da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do magistrado, na lista de penalidades da Lei Magnitsky. Além dela, entraram no alvo das medidas o escritório que administra e a empresa Lex Institutos Jurídicos, vinculada ao casal, que detém mais de dez imóveis avaliados em cerca de R$ 20 milhões.

Ao comentar o assunto, Paulinho afirmou: “Temos que repensar tudo de novo”. A declaração foi dada ao blog da jornalista Malu Gaspar, do jornal O Globo. Com isso, a votação do projeto, inicialmente prevista para esta semana, deve ser adiada, possivelmente para a próxima.

Segundo a apuração da coluna, as novas restrições são interpretadas como um ataque direto ao Supremo em um momento delicado, no qual Moraes e Gilmar Mendes já indicavam disposição em ‘aceitar um acordo’ para reduzir penas. (Foto: EBC; Fonte: O Globo)

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O relator do projeto de anistia (que virou dosimetria) na Câmara dos Deputados, Paulinho da Força (Solidariedade-SP), reconheceu nesta segunda-feira (22) que as novas sanções impostas pelos Estados Unidos contra pessoas ligadas a Alexandre de Moraes devem afetar diretamente o andamento da proposta no Legislativo.

O governo Donald Trump anunciou a inclusão da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do magistrado, na lista de penalidades da Lei Magnitsky. Além dela, entraram no alvo das medidas o escritório que administra e a empresa Lex Institutos Jurídicos, vinculada ao casal, que detém mais de dez imóveis avaliados em cerca de R$ 20 milhões.

Ao comentar o assunto, Paulinho afirmou: “Temos que repensar tudo de novo”. A declaração foi dada ao blog da jornalista Malu Gaspar, do jornal O Globo. Com isso, a votação do projeto, inicialmente prevista para esta semana, deve ser adiada, possivelmente para a próxima.

Segundo a apuração da coluna, as novas restrições são interpretadas como um ataque direto ao Supremo em um momento delicado, no qual Moraes e Gilmar Mendes já indicavam disposição em ‘aceitar um acordo’ para reduzir penas. (Foto: EBC; Fonte: O Globo)

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