
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pretende contar com a presença do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) em sua próxima reunião com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A informação é do colunista Gustavo Uribe, da CNN.
O encontro está programado para a semana que vem e deve acontecer de forma virtual, por ligação telefônica ou videoconferência, segundo informou o chanceler Mauro Vieira.
A participação de Alckmin é considerada ‘estratégica’, já que ele tem liderado as negociações com Washington em torno do chamado tarifaço. O vice-presidente, inclusive, já havia sinalizado disposição para viajar aos Estados Unidos caso houvesse abertura para diálogo direto sobre o tema.
Além de Alckmin, devem acompanhar a conversa o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e o assessor especial da Presidência, Celso Amorim.
Apesar da expectativa em torno do encontro, o Palácio do Planalto não acredita que a reunião seja suficiente para reverter a medida americana.
De acordo com o colunista, a orientação é que Lula reforce a Trump que o Executivo brasileiro ‘não tem como intervir’ nos processos judiciais envolvendo o ex-presidente Bolsonaro, destacando a ‘independência do Judiciário’ e o ‘respeito’ ao devido processo legal.
O governo também deve insistir em pautas do setor produtivo nacional, como a isenção de tarifas sobre café e carne bovina, enquanto os EUA devem reiterar sua reivindicação de reduzir a taxação do etanol americano no Brasil. (Foto: Palácio do Planalto; Fonte: CNN)
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Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pretende contar com a presença do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) em sua próxima reunião com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A informação é do colunista Gustavo Uribe, da CNN.
O encontro está programado para a semana que vem e deve acontecer de forma virtual, por ligação telefônica ou videoconferência, segundo informou o chanceler Mauro Vieira.
A participação de Alckmin é considerada ‘estratégica’, já que ele tem liderado as negociações com Washington em torno do chamado tarifaço. O vice-presidente, inclusive, já havia sinalizado disposição para viajar aos Estados Unidos caso houvesse abertura para diálogo direto sobre o tema.
Além de Alckmin, devem acompanhar a conversa o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e o assessor especial da Presidência, Celso Amorim.
Apesar da expectativa em torno do encontro, o Palácio do Planalto não acredita que a reunião seja suficiente para reverter a medida americana.
De acordo com o colunista, a orientação é que Lula reforce a Trump que o Executivo brasileiro ‘não tem como intervir’ nos processos judiciais envolvendo o ex-presidente Bolsonaro, destacando a ‘independência do Judiciário’ e o ‘respeito’ ao devido processo legal.
O governo também deve insistir em pautas do setor produtivo nacional, como a isenção de tarifas sobre café e carne bovina, enquanto os EUA devem reiterar sua reivindicação de reduzir a taxação do etanol americano no Brasil. (Foto: Palácio do Planalto; Fonte: CNN)
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