CPI das Câmeras virou de qualquer coisa – Bastidores do Rio

Foto: Daniel Martins/Diário do Rio

Lobby estrelado
Um taxista de boa memória e ótima visão anda impressionado com as estrelas que frequentam um apartamento chiquérrimo de um prédio de luxo na Praia do Flamengo.

Lobby estrelado II
De uma jurista com relações íntimas com a alta estirpe da MPB, já se viu por lá petistas do calibre de um ex-prefeito da Baixada, um ex-governador do Norte, o prefeito de uma importante cidade do estado, ministros… sempre com muitos seguranças.

Lobby estrelado III
O imóvel tem servido bem a quem prefere se esconder dos celulares fofoqueiros.

Cadê as câmeras?
CPI é aquilo: começa de um jeito e termina de outro. Mas a CPI das Câmeras na Alerj se superou. O que era para ser CPI de monitoramento virou outra coisa — e os protagonistas já não são exatamente “Gabriel” e seus colegas.

Cadê as câmeras? II
Criada para investigar o monitoramento público, a comissão agora gasta mais tempo ouvindo presos, decretando prisões e fuçando associações de proteção veicular, ferros-velhos e operações de “resgate”.

Cadê as câmeras? III
Nesta segunda (22/09), empresários ligados à RioBen e à Êxodos foram presos durante a sessão, reforçando a sensação de que a CPI virou quase um espetáculo policial. A ex-presidente da RioBen, Nathália David, disse que assumiu o cargo por “indicação de um tio” — a clássica desculpa “esqueceram de me avisar”. Até o MC Poze entrou na história e, curiosamente, nada de câmera.

Cadê as câmeras? IV
Resumo: começou como “câmeras”, virou proteção veicular, passou por ferros-velhos e se transformou num teatro investigativo.

Cadê as câmeras? V
Até agora, câmera que é bom, nada. Em compensação, personagens inesperados — “tios Comel” e “Sardinhas da CDD” — dominam a cena. A pergunta persiste: e cadê as câmeras?

Mercado paralelo
A SEAP lançou o e-commerce “Cestas de Custódia”, restringindo entregas a fornecedores exclusivos e itens padronizados. O limite de R$ 3 mil por semana por preso soa exagerado, e os detentos já apelidaram o pacote de “cesta jumbo”.

Mercado paralelo II
Ao extinguir as cantinas, a medida pode fomentar um mercado paralelo dentro dos presídios — presos revendendo produtos entre si, fora das regras — e transformar a padronização em oportunidade para irregularidades.

Vou de bike
O Governo do RJ, via SEGOV, vai adquirir 400 bicicletas elétricas com rastreamento e gestão embarcada, além de 400 capacetes, para a Operação Segurança Presente.

Vou de bike II
O investimento de R$ 6,43 milhões pretende ampliar o patrulhamento em áreas densas, com monitoramento em tempo real, reforçando a atuação em zonas de difícil acesso.

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