
O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, declarou à CNN que tem sido difícil conquistar o apoio do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), ao projeto de lei da anistia. Apesar das tentativas de articulação, o tema ainda não encontrou espaço para avançar.
Segundo Valdemar, “nem os partidos nem o Congresso conseguem convencer Alcolumbre”. A afirmação foi feita após reunião com o deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), relator da proposta, na última terça-feira (30).
Enquanto o PL defende uma anistia ampla, Paulinho avalia que apenas mudanças na dosimetria das penas têm chance real de aprovação.
Na Câmara, o presidente Hugo Motta (Republicanos-PB) buscou promover um encontro entre Alcolumbre e o relator, mas a iniciativa não prosperou.
Já no Senado, cresce a visão de parlamentares de diferentes correntes políticas de que a análise deve começar na Casa. Nessa perspectiva, a proposta contemplaria apenas os participantes dos atos de 8 de janeiro de 2023, excluindo os organizadores e líderes intelectuais.
Paulinho da Força já admitiu que o texto em tramitação na Câmara pode beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), ponto que gera resistência entre senadores.
A expectativa é que o debate só seja retomado depois da votação da proposta que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda para R$ 5 mil. (Foto: Ag. Senado; Fonte: CNN)
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O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, declarou à CNN que tem sido difícil conquistar o apoio do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), ao projeto de lei da anistia. Apesar das tentativas de articulação, o tema ainda não encontrou espaço para avançar.
Segundo Valdemar, “nem os partidos nem o Congresso conseguem convencer Alcolumbre”. A afirmação foi feita após reunião com o deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), relator da proposta, na última terça-feira (30).
Enquanto o PL defende uma anistia ampla, Paulinho avalia que apenas mudanças na dosimetria das penas têm chance real de aprovação.
Na Câmara, o presidente Hugo Motta (Republicanos-PB) buscou promover um encontro entre Alcolumbre e o relator, mas a iniciativa não prosperou.
Já no Senado, cresce a visão de parlamentares de diferentes correntes políticas de que a análise deve começar na Casa. Nessa perspectiva, a proposta contemplaria apenas os participantes dos atos de 8 de janeiro de 2023, excluindo os organizadores e líderes intelectuais.
Paulinho da Força já admitiu que o texto em tramitação na Câmara pode beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), ponto que gera resistência entre senadores.
A expectativa é que o debate só seja retomado depois da votação da proposta que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda para R$ 5 mil. (Foto: Ag. Senado; Fonte: CNN)
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