Presa na Itália, a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) divulgou, nesta sexta-feira (3/10), uma nova “carta ao povo brasileiro”. Nela, a parlamentar afirma que escreveu um livro: “Escrevi um livro, que está sendo editado, e pedirei que vocês conheçam e me ajudem”.
Zambelli também relatou como tem passado os dias na cadeia. “Uso boa parte do meu tempo para orar pelos brasileiros que estão no Brasil ou fora, os perseguidos e perseguidores, que ambos alcancem a misericórdia de Deus”, escreveu Zambelli.
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A deputada federal está presa na Itália desde 29 de julho, após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Ela foi condenada a 10 anos de prisão por tramar a invasão ao sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em janeiro de 2023.
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Presa na Itália, Zambelli anuncia livro em carta ao povo brasileiro
Foto: Reprodução/Redes Sociais
Deputada federal Carla Zambelli
Vinícius Schmidt/Metrópoles
Carla Zambelli
Igo Estrela/Metrópoles @igoestrela
Carla Zambelli fugiu para as Itália depois de ser condenada a 10 anos de prisão
VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
A deputada federal Carla Zambelli
VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
A deputada Carla Zambelli
VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Para isso, ela contratou o hacker Walter Delgatti, responsável por invadir o sistema do Conselho e elaborar um falso mandado de prisão contra Moraes, assinado por ele mesmo. Segundo Delgatti, o objetivo era provar falhas de segurança no sistema eleitoral brasileiro.
Ao ser condenada, a congressista fugiu para a Itália, onde tem cidadania. O ministro Alexandre de Moraes, do STF, chegou a solicitar, em junho, a extradição da parlamentar, mas o pedido ainda é analisado pela Justiça italiana.
Presa na Itália, a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) divulgou, nesta sexta-feira (3/10), uma nova “carta ao povo brasileiro”. Nela, a parlamentar afirma que escreveu um livro: “Escrevi um livro, que está sendo editado, e pedirei que vocês conheçam e me ajudem”.
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Para isso, ela contratou o hacker Walter Delgatti, responsável por invadir o sistema do Conselho e elaborar um falso mandado de prisão contra Moraes, assinado por ele mesmo. Segundo Delgatti, o objetivo era provar falhas de segurança no sistema eleitoral brasileiro.
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