PF monitora aproximação de EUA da Venezuela em união com de polícias latino-americanas, diz diretor-geral – Jovem Pan

Andrei Rodrigues destaca que trabalho em conjunto existe com frequência para avaliação de cenários locais

Reprodução Jornal da Manhã
Entrevista do diretor geral da PF, Andrei Rodrigues

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou à Jovem Pan que a instituição acompanha a aproximação de forças do governo dos Estados Unidos da Venezuela, mas que, por enquanto, não há motivos para preocupação. Ele destacou que a PF divide informações com as demais polícias da América Latina, monitorando essa e outras situações do cenário local que possam significar a escalada de uma crise.

“Questões soberanas de outros países não nos cabe aqui fazer qualquer tipo de comentário. O que nós temos sempre presente é eventual reflexo que isso possa trazer para a segurança do Brasil e, até o momento, nós não temos. Nada que nos ascenda nenhum alerta em relação à Segurança Pública propriamente. Então, a gente segue interagindo com as polícias da América Latina como um todo, na sede da Ameripol, onde nós, permanentemente, trocamos informações e acompanhamos todas as situações”, disse.

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Na semana passada, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, admitiu ter autorizado operações da CIA, a agência de inteligência americana, na Venezuela. Ele também afirmou que estuda realizar ataques terrestres contra cartéis de drogas venezuelanos.

Nesta segunda, Lula afirmou que manter a América Latina e o Caribe como zona de paz é prioridade do Brasil, e que “intervenções estrangeiras podem causar danos maiores do que o que se pretende evitar” no continente. Durante o discurso, o petista não citou a tensão entre Venezuela e Estados Unidos, mas ponderou que a região vive um momento de crescente “polarização e instabilidade”.

Andrei Rodrigues, porém, nega que exista qualquer intenção do Brasil interferir em um possível conflito.
“Eu não posso entrar no campo especulativo, eu invadiria a questão soberana de relação entre outras duas nações que têm lá suas idiossincrasias. Então, repito, nós seguimos com o nosso papel de segurança pública, de integração, de cooperação com os outros países”, afirmou.



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Andrei Rodrigues destaca que trabalho em conjunto existe com frequência para avaliação de cenários locais

Reprodução Jornal da Manhã Entrevista do diretor geral da PF, Andrei Rodrigues
Entrevista do diretor geral da PF, Andrei Rodrigues

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou à Jovem Pan que a instituição acompanha a aproximação de forças do governo dos Estados Unidos da Venezuela, mas que, por enquanto, não há motivos para preocupação. Ele destacou que a PF divide informações com as demais polícias da América Latina, monitorando essa e outras situações do cenário local que possam significar a escalada de uma crise.

“Questões soberanas de outros países não nos cabe aqui fazer qualquer tipo de comentário. O que nós temos sempre presente é eventual reflexo que isso possa trazer para a segurança do Brasil e, até o momento, nós não temos. Nada que nos ascenda nenhum alerta em relação à Segurança Pública propriamente. Então, a gente segue interagindo com as polícias da América Latina como um todo, na sede da Ameripol, onde nós, permanentemente, trocamos informações e acompanhamos todas as situações”, disse.

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Na semana passada, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, admitiu ter autorizado operações da CIA, a agência de inteligência americana, na Venezuela. Ele também afirmou que estuda realizar ataques terrestres contra cartéis de drogas venezuelanos.

Nesta segunda, Lula afirmou que manter a América Latina e o Caribe como zona de paz é prioridade do Brasil, e que “intervenções estrangeiras podem causar danos maiores do que o que se pretende evitar” no continente. Durante o discurso, o petista não citou a tensão entre Venezuela e Estados Unidos, mas ponderou que a região vive um momento de crescente “polarização e instabilidade”.

Andrei Rodrigues, porém, nega que exista qualquer intenção do Brasil interferir em um possível conflito.
“Eu não posso entrar no campo especulativo, eu invadiria a questão soberana de relação entre outras duas nações que têm lá suas idiossincrasias. Então, repito, nós seguimos com o nosso papel de segurança pública, de integração, de cooperação com os outros países”, afirmou.

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