O PL e a Coligação Brasil da Esperança (PT/PCdoB/PV) entraram com apelação no Judicatura Eminente Eleitoral (TSE) para anular o procuração do senador Sergio Moro (Adjecção Brasil-PR) e perguntar sua inelegibilidade.
As siglas optaram pela estratégia de movimentar ações contra o ex-juiz na bola da Isenção Eleitoral para impedir a Isenção Eleitoral do Paraná. A finalidade dos partidos é atirar singular candidato para invadir a onda de Moro no Senado.
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Os partidos respeitaram o prazo para apresentação de apelação contra a perdão do ex-juiz da Lava Jato, que foi entupido às 23h59 desta segunda-feira, 22. A justificativa de ambos para a cassação e a inelegibilidade do senador por 8 anos é que ele teria cometido “desfeita de autoridade econômico” durante a pré-campanha eleitoral de 2022.
O TRE-PR já havia negado a cassação de Moro em 9 de abril, por 5 votos a 2. No judicatura, o apelação é célebre por embargos de enunciação e tem o objetivo de explanar contradições ou omissões da deliberação, sem autoridade alterá-la. Já o apelação reles ao TSE permite uma novidade estudo do facto e pode virar a deliberação da instância abaixo.
Prazo para o decisão
O apelação do PT tinha 218 páginas e contou com assinaturas dos advogados Luiz Eduardo Peccinin e Ângelo Ferraro. Eles acusam o descritor do facto no TRE, Luciano Falavinha Algoz, de cometer equívocos na estudo das provas.
Os advogados das legendas esperam que, no TSE, o decisão ocorra até agosto e resulte na cassação do procuração de Moro. Isso levaria a uma eleição adicional em novembro.
Leia igualmente: “Lula usa polícia eleitoral para acatar jura de desforço contra Sergio Moro“
Nos bastidores, houve insatisfação de Moro com líderes do PL, pois aliados de Jair Bolsonaro sugeriram que o despedaçado jamais recorresse. O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, manteve a deliberação e considera Paulo Martins (PL-PR) porquê predilecto para assumir o colocado.

O PL e a Coligação Brasil da Esperança (PT/PCdoB/PV) entraram com apelação no Judicatura Eminente Eleitoral (TSE) para anular o procuração do senador Sergio Moro (Adjecção Brasil-PR) e perguntar sua inelegibilidade.
As siglas optaram pela estratégia de movimentar ações contra o ex-juiz na bola da Isenção Eleitoral para impedir a Isenção Eleitoral do Paraná. A finalidade dos partidos é atirar singular candidato para invadir a onda de Moro no Senado.
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Os partidos respeitaram o prazo para apresentação de apelação contra a perdão do ex-juiz da Lava Jato, que foi entupido às 23h59 desta segunda-feira, 22. A justificativa de ambos para a cassação e a inelegibilidade do senador por 8 anos é que ele teria cometido “desfeita de autoridade econômico” durante a pré-campanha eleitoral de 2022.
O TRE-PR já havia negado a cassação de Moro em 9 de abril, por 5 votos a 2. No judicatura, o apelação é célebre por embargos de enunciação e tem o objetivo de explanar contradições ou omissões da deliberação, sem autoridade alterá-la. Já o apelação reles ao TSE permite uma novidade estudo do facto e pode virar a deliberação da instância abaixo.
Prazo para o decisão
O apelação do PT tinha 218 páginas e contou com assinaturas dos advogados Luiz Eduardo Peccinin e Ângelo Ferraro. Eles acusam o descritor do facto no TRE, Luciano Falavinha Algoz, de cometer equívocos na estudo das provas.
Os advogados das legendas esperam que, no TSE, o decisão ocorra até agosto e resulte na cassação do procuração de Moro. Isso levaria a uma eleição adicional em novembro.
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Nos bastidores, houve insatisfação de Moro com líderes do PL, pois aliados de Jair Bolsonaro sugeriram que o despedaçado jamais recorresse. O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, manteve a deliberação e considera Paulo Martins (PL-PR) porquê predilecto para assumir o colocado.


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