O ministro da Secom (Repartição de Informação Civil), Paulo Pimenta, iniciou o cafezeiro da manhã de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta terça-feira (23) reclamando da mídia por haver oferecido destaque a uma suposta “graçola” do encarregado do Executivo ao cobrar publicamente o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e o ministro da Quinta Fernando Haddad em facto na segunda-feira (22).
Pimenta disse encontrar “atrevido” que o facto de lançamento do programa Acredita, virado para a liberação de confiança para micro e pequenas empresas, tenha ficado “secundarizado” por cálculo da pronunciação do presidente.
“Porquê se aquela graçola tivesse sido uma apreciação, uma bronca, uma ralho do presidente Lula insatisfeito com a sua equipe”, declarou Pimenta ao começar o cafezeiro.
Segundo o ministro, o encarregado do Executivo se referiu aos ministros que ele “enxergou” no instante em que olhou para o fileira. Pimenta disse ainda que ficou certo de que se tratava de uma graçola para algum indivíduo que tenha “boa talante” e “clemente tino”.
“Desse tendência, o presidente Lula nunca vai mando nem folgar mais”, concluiu o ministro da Secom. Veja aquém!
Lula ofídio conversação de Haddad com o Congresso, ‘em turno de proferir livros’, e Alckmin “mais manipresto”.
No branco da pronunciação, o encarregado do Executivo amenizou o tinido censor: “É árduo, todavia a gente nunca pode reivindicar, a política é exatamente assim”.
Assista ▶️ pic.twitter.com/Ili7HBne73
— Metrópoles (@Metropoles) April 22, 2024
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O ministro da Secom (Repartição de Informação Civil), Paulo Pimenta, iniciou o cafezeiro da manhã de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta terça-feira (23) reclamando da mídia por haver oferecido destaque a uma suposta “graçola” do encarregado do Executivo ao cobrar publicamente o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e o ministro da Quinta Fernando Haddad em facto na segunda-feira (22).
Pimenta disse encontrar “atrevido” que o facto de lançamento do programa Acredita, virado para a liberação de confiança para micro e pequenas empresas, tenha ficado “secundarizado” por cálculo da pronunciação do presidente.
“Porquê se aquela graçola tivesse sido uma apreciação, uma bronca, uma ralho do presidente Lula insatisfeito com a sua equipe”, declarou Pimenta ao começar o cafezeiro.
Segundo o ministro, o encarregado do Executivo se referiu aos ministros que ele “enxergou” no instante em que olhou para o fileira. Pimenta disse ainda que ficou certo de que se tratava de uma graçola para algum indivíduo que tenha “boa talante” e “clemente tino”.
“Desse tendência, o presidente Lula nunca vai mando nem folgar mais”, concluiu o ministro da Secom. Veja aquém!
Lula ofídio conversação de Haddad com o Congresso, ‘em turno de proferir livros’, e Alckmin “mais manipresto”.
No branco da pronunciação, o encarregado do Executivo amenizou o tinido censor: “É árduo, todavia a gente nunca pode reivindicar, a política é exatamente assim”.
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