Rio: IML realiza necropsia em corpos e inicia liberação às famílias

A identificação dos corpos das vítimas da megaoperação policial realizada nessa terça-feira (28/10), no Rio de Janeiro, já está em andamento. O Instituto Médico Legal (IML) realiza necropsias para liberar os corpos às famílias.

A operação para cumprir mandados contra lideranças e integrantes do Comando Vermelho (CV) nos complexos do Alemão e da Penha contabilizou pelo menos 121 mortos, entre eles quatro policiais, e 113 presos.

Megaoperação

  • Pelo menos 119 pessoas foram mortas durante a megaoperação contra o Comando Vermelho deflagrada na manhã dessa terça-feira (28/10) no Rio de Janeiro.
  • Entre os mortos, há quatro policiais – dois civis e dois militares.
  • Segundo o governo, o objetivo da operação era de desarticular a estrutura do Comando Vermelho (CV), principal facção do tráfico no estado, e apreender fuzis que a organização criminosa portava.
  • A operação é considerada a mais letal da história do Rio. De acordo com o governador, quatro policiais foram mortos por “narcoterroristas durante a Operação Contenção” em um dia considerado histórico no enfrentamento ao crime organizado para Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ).

De acordo com a Polícia Civil, mais da metade dos corpos já passou por exame de necropsia e parte deles foi liberada para a retirada pelas famílias.

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O Departamento Estadual de Trânsito (Detran-RJ) disponibilizou um posto ao lado do IML para acolhimento e atendimento às famílias das vítimas.

8 imagensCadáveres serão recolhidosMegaoperação no Rio deixa mais de 100 mortosCadáveres foram deixados na Praça São Lucas, na PenhaMorador retira cadáveres após megaoperação das forças de segurança no RioCorpos na praça da Penha, no Rio de Janeiro Fechar modal.1 de 8

Corpos enfileirados na Praça São Lucas

Tercio Teixeira/Especial Metrópoles2 de 8

Cadáveres serão recolhidos

Tercio Teixeira/Especial Metrópoles3 de 8

Megaoperação no Rio deixa mais de 100 mortos

Tercio Teixeira/Especial Metrópoles4 de 8

Cadáveres foram deixados na Praça São Lucas, na Penha

5 de 8

Morador retira cadáveres após megaoperação das forças de segurança no Rio

6 de 8

Corpos na praça da Penha, no Rio de Janeiro

Tércio Teixeira/ Especial para o Metrópoles7 de 8

Fuzis apreendidos em megaoperação no Rio de Janeiro

Reprodução/PMRJ8 de 8

Cerca de 2.500 agentes das policias civil e militar participam nesta terca-feira (28) da “Operacao Contencaoî nos complexos da Penha e do Alemao, Zona Norte do Rio

GBERTO RAS/Agencia Enquadrar/Agencia O Globo

 



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A identificação dos corpos das vítimas da megaoperação policial realizada nessa terça-feira (28/10), no Rio de Janeiro, já está em andamento. O Instituto Médico Legal (IML) realiza necropsias para liberar os corpos às famílias.

A operação para cumprir mandados contra lideranças e integrantes do Comando Vermelho (CV) nos complexos do Alemão e da Penha contabilizou pelo menos 121 mortos, entre eles quatro policiais, e 113 presos.

Megaoperação

  • Pelo menos 119 pessoas foram mortas durante a megaoperação contra o Comando Vermelho deflagrada na manhã dessa terça-feira (28/10) no Rio de Janeiro.
  • Entre os mortos, há quatro policiais – dois civis e dois militares.
  • Segundo o governo, o objetivo da operação era de desarticular a estrutura do Comando Vermelho (CV), principal facção do tráfico no estado, e apreender fuzis que a organização criminosa portava.
  • A operação é considerada a mais letal da história do Rio. De acordo com o governador, quatro policiais foram mortos por “narcoterroristas durante a Operação Contenção” em um dia considerado histórico no enfrentamento ao crime organizado para Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ).

De acordo com a Polícia Civil, mais da metade dos corpos já passou por exame de necropsia e parte deles foi liberada para a retirada pelas famílias.

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