
O Partido Liberal (PL) expulsou, por unanimidade, Amanda Servidoni, após a divulgação de supostos áudios em que ela aparece negociando o retorno de parte de emendas parlamentares enviadas a municípios do interior de São Paulo.
A decisão foi tomada pelo diretório municipal de Rio Claro, que classificou o episódio como uma “grave violação ética” e usou o termo “cashback” para descrever a denúncia.
De acordo com o portal Metrópoles, responsável por divulgar os áudios, Amanda — ex-chefe de gabinete da Prefeitura de Rio Claro — teria pedido R$ 100 mil de “retorno” em uma emenda de R$ 300 mil encaminhada para obras na região. Nas gravações, a filiada demonstra insatisfação com o suposto percentual recebido:
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O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) firmou, pela primeira vez, um acordo para devolução de valores cobrados indevidamente em operações de empréstimo consignado. O termo de compromisso, assinado com o Banco BMG, garante a restituição de aproximadamente R$ 7 milhões. Saiba mais!
O Banco Central (BC) informou que ainda existem R$ 10,56 bilhões de dinheiro esquecido nas instituições financeiras. O sistema do BC permite que pessoas físicas — inclusive falecidas — e empresas consultem se deixaram dinheiro em bancos, consórcios ou outras instituições. Saiba detalhes!
“Ele vai gastar 100k com a pista, entendeu? E nós estamos dando 300. Desses 300 eu quero pelo menos uns 100, entendeu? Não quero 10%, filho. Vocês não sabem fazer negócio. Se ele falou que ele vai gastar com o caminho 100, ele vai estar ganhando 200 e nós 30?”.
Em nota, o PL de Rio Claro comunicou a expulsão: “A Comissão Executiva Municipal do PL decidiu, por unanimidade, expulsar a filiada envolvida em denúncias de ‘cashback’ na liberação de emendas parlamentares. Aproveitamos também para reafirmar nosso posicionamento em defesa da ética e do respeito a todos que acompanham o trabalho do Partido Liberal em Rio Claro.”
Amanda Servidoni também é presidente do projeto social Mulheres pela Fé, que tem como madrinha a deputada estadual Valéria Bolsonaro (PL). Após a repercussão do caso, Valéria se manifestou nas redes sociais para negar qualquer envolvimento.
“Saiu uma grande reportagem com áudios tentando me involucrar em um monte de situações ilícitas. Quero deixar muito claro que já encaminhei para o Ministério Público toda a reportagem, pedindo a apuração de todos os fatos, para que tudo seja esclarecido o mais rápido e da melhor forma possível”, declarou a parlamentar.
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O caso provocou constrangimento no diretório regional do PL e deve ser acompanhado de perto pela cúpula estadual do partido. Embora ainda não haja investigação oficial aberta, o conteúdo dos áudios já circula entre aliados e dirigentes, que avaliam possíveis desdobramentos políticos.
A crise ocorre num momento em que o PL tenta consolidar sua imagem como principal força de oposição ao governo federal e reforçar seu discurso de ética na gestão pública. O espaço segue aberto à ex-filiada para manifestações. (Foto: divulgação; Fonte: UOL)
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O Partido Liberal (PL) expulsou, por unanimidade, Amanda Servidoni, após a divulgação de supostos áudios em que ela aparece negociando o retorno de parte de emendas parlamentares enviadas a municípios do interior de São Paulo.
A decisão foi tomada pelo diretório municipal de Rio Claro, que classificou o episódio como uma “grave violação ética” e usou o termo “cashback” para descrever a denúncia.
De acordo com o portal Metrópoles, responsável por divulgar os áudios, Amanda — ex-chefe de gabinete da Prefeitura de Rio Claro — teria pedido R$ 100 mil de “retorno” em uma emenda de R$ 300 mil encaminhada para obras na região. Nas gravações, a filiada demonstra insatisfação com o suposto percentual recebido:
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Em nota, o PL de Rio Claro comunicou a expulsão: “A Comissão Executiva Municipal do PL decidiu, por unanimidade, expulsar a filiada envolvida em denúncias de ‘cashback’ na liberação de emendas parlamentares. Aproveitamos também para reafirmar nosso posicionamento em defesa da ética e do respeito a todos que acompanham o trabalho do Partido Liberal em Rio Claro.”
Amanda Servidoni também é presidente do projeto social Mulheres pela Fé, que tem como madrinha a deputada estadual Valéria Bolsonaro (PL). Após a repercussão do caso, Valéria se manifestou nas redes sociais para negar qualquer envolvimento.
“Saiu uma grande reportagem com áudios tentando me involucrar em um monte de situações ilícitas. Quero deixar muito claro que já encaminhei para o Ministério Público toda a reportagem, pedindo a apuração de todos os fatos, para que tudo seja esclarecido o mais rápido e da melhor forma possível”, declarou a parlamentar.
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