
A PGR (Procuradoria Geral da República) pediu, nessa segunda-feira (10), ao STF (Supremo Tribunal Federal), a condenação de 2 deputados federais e 1 suplente do PL (Partido Liberal) pelos supostos crimes de ‘corrupção passiva’ e ‘organização criminosa’.
O pedido de condenação está nas alegações finais do processo no qual os deputados federais Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Pastor Gil (PL-MA) e o suplente Bosco Costa (PL-SE) são acusados de supostamente cobrarem propina para a liberação de emendas parlamentares.
De acordo com a PGR, de janeiro a agosto de 2020, os acusados solicitaram vantagem indevida de R$ 1,6 milhão para liberação de R$ 6,6 milhões em emendas para o município de São José de Ribamar (MA). A denúncia será julgada pela 1ª Turma da Corte. A data ainda não foi marcada. (continua)
E mais!
O Banco Central informou que R$ 10,69 bilhões ainda estão disponíveis para restituição a brasileiros e empresas, sendo R$ 8,08 bilhões de pessoas físicas e R$ 2,61 bilhões de pessoas jurídicas. Ao todo, 48 milhões de cidadãos e 4,6 milhões de empresas têm valores a receber em dinheiro esquecido. Saiba mais!
A Agência Brasil entrou em contato com os gabinetes de Josimar Maranhãozinho e Pastor Gil. O espaço está aberto para manifestação.
A reportagem não conseguiu localizar Bosco Costa. Durante a tramitação do processo, Josimar Maranhãozinho declarou ao Supremo que as acusações da PGR contra o congressista se “mostram frágeis e desfundamentadas”.
Os advogados de Bosco Costa defenderam a rejeição da denúncia por falta de provas. A defesa afirmou ao Supremo que a acusação está baseada em “diálogos de terceiros e anotações manuscritas desconhecidas de Bosco”.
A defesa de Pastor Gil defendeu a ilegalidade das provas obtidas na investigação por entender que o caso deveria ter iniciado no STF, e não na Justiça Federal do Maranhão. Os advogados também acrescentaram que a denúncia é baseada em “hipóteses e conjecturas”.
Outros nomes
As deputadas Silvia Waiãpi (PL-AP) e Sonize Barbosa (PL-AP) tiveram mandatos declarados perdidos pela Câmara dos Deputados em 31/07/2025, em cumprimento a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre distribuição de sobras eleitorais.
Também perderam o cargo Alcides Fernandes (PL-CE), Carmelo Neto (PL-CE), Marta Gonçalves (PL-CE), Dra. Silvana (PL-CE), todos deputados estaduais, por acusações diversas. (Foto: Partido Liberal; Fonte: EBC)
Gostou? Compartilhe!


A PGR (Procuradoria Geral da República) pediu, nessa segunda-feira (10), ao STF (Supremo Tribunal Federal), a condenação de 2 deputados federais e 1 suplente do PL (Partido Liberal) pelos supostos crimes de ‘corrupção passiva’ e ‘organização criminosa’.
O pedido de condenação está nas alegações finais do processo no qual os deputados federais Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Pastor Gil (PL-MA) e o suplente Bosco Costa (PL-SE) são acusados de supostamente cobrarem propina para a liberação de emendas parlamentares.
De acordo com a PGR, de janeiro a agosto de 2020, os acusados solicitaram vantagem indevida de R$ 1,6 milhão para liberação de R$ 6,6 milhões em emendas para o município de São José de Ribamar (MA). A denúncia será julgada pela 1ª Turma da Corte. A data ainda não foi marcada. (continua)
E mais!
O Banco Central informou que R$ 10,69 bilhões ainda estão disponíveis para restituição a brasileiros e empresas, sendo R$ 8,08 bilhões de pessoas físicas e R$ 2,61 bilhões de pessoas jurídicas. Ao todo, 48 milhões de cidadãos e 4,6 milhões de empresas têm valores a receber em dinheiro esquecido. Saiba mais!
A Agência Brasil entrou em contato com os gabinetes de Josimar Maranhãozinho e Pastor Gil. O espaço está aberto para manifestação.
A reportagem não conseguiu localizar Bosco Costa. Durante a tramitação do processo, Josimar Maranhãozinho declarou ao Supremo que as acusações da PGR contra o congressista se “mostram frágeis e desfundamentadas”.
Os advogados de Bosco Costa defenderam a rejeição da denúncia por falta de provas. A defesa afirmou ao Supremo que a acusação está baseada em “diálogos de terceiros e anotações manuscritas desconhecidas de Bosco”.
A defesa de Pastor Gil defendeu a ilegalidade das provas obtidas na investigação por entender que o caso deveria ter iniciado no STF, e não na Justiça Federal do Maranhão. Os advogados também acrescentaram que a denúncia é baseada em “hipóteses e conjecturas”.
Outros nomes
As deputadas Silvia Waiãpi (PL-AP) e Sonize Barbosa (PL-AP) tiveram mandatos declarados perdidos pela Câmara dos Deputados em 31/07/2025, em cumprimento a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre distribuição de sobras eleitorais.
Também perderam o cargo Alcides Fernandes (PL-CE), Carmelo Neto (PL-CE), Marta Gonçalves (PL-CE), Dra. Silvana (PL-CE), todos deputados estaduais, por acusações diversas. (Foto: Partido Liberal; Fonte: EBC)
Gostou? Compartilhe!
[/gpt3]
