Mourão diz que ‘não tem preocupação’ com petista no comando da CPI do Crime

Hamilton Mourão (Republicanos-RS) afirmou acreditar que a CPI do Crime Organizado pode gerar resultados efetivos, desde que o grupo parlamentar mantenha foco técnico e não se transforme em um “palanque político”.

Em entrevista ao programa Ponto de Vista, da Veja, o ex-vice-presidente destacou que o objetivo principal da comissão deve ser investigar a estrutura financeira das facções, suas ligações internacionais e a infiltração do crime nas instituições públicas e forças de segurança.

“Essa investigação, pelos eixos colocados no plano de trabalho, vai buscar deslindar a atuação dessas organizações, o financiamento, as conexões internacionais e a infiltração nas instituições públicas”, declarou Mourão (continua)

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O Banco Central informou que R$ 10,69 bilhões ainda estão disponíveis para restituição a brasileiros e empresas, sendo R$ 8,08 bilhões de pessoas físicas e R$ 2,61 bilhões de pessoas jurídicas. Ao todo, 48 milhões de cidadãos e 4,6 milhões de empresas têm valores a receber em dinheiro esquecido. Saiba mais!

“São temas complexos, mas extremamente objetivos, que podem permitir que o relatório final oriente novas legislações e ações do Executivo em todos os níveis.”

O senador ressaltou ainda que a proposta de criação da CPI, apresentada em junho pelo senador Alessandro Vieira (MDB-SE), não surgiu em resposta à recente megaoperação no Rio de Janeiro, que deixou 121 mortos.

“A proposta foi lida há cinco meses, e desde então o senador Alessandro Vieira tem se dedicado ao tema. Não é algo do momento”, explicou. Segundo Mourão, a demora na instalação da comissão não deve afetar os trabalhos: “O importante é que agora ela tem um escopo claro e condições de avançar.”

Questionado sobre o fato de o senador Fabiano Contarato (PT-ES) presidir a comissão, Mourão disse não enxergar problemas, apesar da resistência de parte da oposição. “A oposição tem alguma preocupação, mas eu, particularmente, não vejo motivo para isso. Tenho acompanhado o trabalho do senador Contarato e vejo que, em muitos casos, ele tem uma visão muito similar à nossa”, afirmou.

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Mourão lembrou que já trabalhou com Contarato na Comissão de Segurança Pública e citou um exemplo recente de parceria: “Ele foi autor de um projeto para aumentar o tempo de internação de menores infratores, relatado pelo senador Flávio Bolsonaro. Isso mostra que ele está disposto a enfrentar o problema da criminalidade com seriedade.” (Foto: Ag. Senado; Fonte: Veja)

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Hamilton Mourão (Republicanos-RS) afirmou acreditar que a CPI do Crime Organizado pode gerar resultados efetivos, desde que o grupo parlamentar mantenha foco técnico e não se transforme em um “palanque político”.

Em entrevista ao programa Ponto de Vista, da Veja, o ex-vice-presidente destacou que o objetivo principal da comissão deve ser investigar a estrutura financeira das facções, suas ligações internacionais e a infiltração do crime nas instituições públicas e forças de segurança.

“Essa investigação, pelos eixos colocados no plano de trabalho, vai buscar deslindar a atuação dessas organizações, o financiamento, as conexões internacionais e a infiltração nas instituições públicas”, declarou Mourão (continua)

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O senador ressaltou ainda que a proposta de criação da CPI, apresentada em junho pelo senador Alessandro Vieira (MDB-SE), não surgiu em resposta à recente megaoperação no Rio de Janeiro, que deixou 121 mortos.

“A proposta foi lida há cinco meses, e desde então o senador Alessandro Vieira tem se dedicado ao tema. Não é algo do momento”, explicou. Segundo Mourão, a demora na instalação da comissão não deve afetar os trabalhos: “O importante é que agora ela tem um escopo claro e condições de avançar.”

Questionado sobre o fato de o senador Fabiano Contarato (PT-ES) presidir a comissão, Mourão disse não enxergar problemas, apesar da resistência de parte da oposição. “A oposição tem alguma preocupação, mas eu, particularmente, não vejo motivo para isso. Tenho acompanhado o trabalho do senador Contarato e vejo que, em muitos casos, ele tem uma visão muito similar à nossa”, afirmou.

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