
O deputado federal Guilherme Derrite (PL-SP) se emocionou ao discursar durante a Sessão Solene do Congresso Nacional em homenagem às forças de segurança do Rio de Janeiro, realizada nesta quarta-feira (12/11).
O parlamentar falou sobre os policiais mortos na megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão, ocorrida no fim do mês passado, considerada a mais letal da história da cidade.
“São dezoito anos de serviço ativo na Polícia Militar, e o momento mais duro, coronel, ver o senhor entregando a bandeira nacional para um familiar. Para muitos, é um pedaço de pano; as pessoas não sabem o peso de entregar uma bandeira para uma menina de dez anos. Eu sei”, disse Derrite, recebendo aplausos dos presentes.
Durante o discurso, o deputado também abordou o PL Antifacção, do qual é relator, e criticou a atuação da Polícia Federal (PF):
“O Estado brasileiro não pode admitir uma proposta que venha para este Congresso com a redução de penas para criminosos. Aí só resta a narrativa da gloriosa Polícia Federal, secretário Victor, à qual o senhor pertence. Eu não gosto de falar que pertenceu; o senhor sempre vai ser um policial federal. Essa narrativa é fraca, porque debater comigo eles não conseguem, porque o nosso projeto é duro.”
A sessão reuniu familiares dos policiais mortos, autoridades e parlamentares, incluindo o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL).
A megaoperação realizada nos complexos da Penha e do Alemão resultou em mais de 100 mortos, pelo menos 12 feridos e mais de 100 prisões, tornando-se a ação policial mais letal registrada na história recente do Rio de Janeiro.
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O deputado federal Guilherme Derrite (PL-SP) se emocionou ao discursar durante a Sessão Solene do Congresso Nacional em homenagem às forças de segurança do Rio de Janeiro, realizada nesta quarta-feira (12/11).
O parlamentar falou sobre os policiais mortos na megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão, ocorrida no fim do mês passado, considerada a mais letal da história da cidade.
“São dezoito anos de serviço ativo na Polícia Militar, e o momento mais duro, coronel, ver o senhor entregando a bandeira nacional para um familiar. Para muitos, é um pedaço de pano; as pessoas não sabem o peso de entregar uma bandeira para uma menina de dez anos. Eu sei”, disse Derrite, recebendo aplausos dos presentes.
Durante o discurso, o deputado também abordou o PL Antifacção, do qual é relator, e criticou a atuação da Polícia Federal (PF):
“O Estado brasileiro não pode admitir uma proposta que venha para este Congresso com a redução de penas para criminosos. Aí só resta a narrativa da gloriosa Polícia Federal, secretário Victor, à qual o senhor pertence. Eu não gosto de falar que pertenceu; o senhor sempre vai ser um policial federal. Essa narrativa é fraca, porque debater comigo eles não conseguem, porque o nosso projeto é duro.”
A sessão reuniu familiares dos policiais mortos, autoridades e parlamentares, incluindo o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL).
A megaoperação realizada nos complexos da Penha e do Alemão resultou em mais de 100 mortos, pelo menos 12 feridos e mais de 100 prisões, tornando-se a ação policial mais letal registrada na história recente do Rio de Janeiro.
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